Ar que nos sopre, lufada, tempo de girar uma pá de moinho, quixote estranhado
No quinhão de uma existência, não há costuras, não há remendos, por vezes, é
mais forte do que tudo
Aquele que não propõe buscar ajuda, enfronhado, ensimesmado em de per si, algo
que nos refaça as horas, as idiossincrasias particulares de tuas ventanias...
Pulmão que reconstruo em mim mesmo, é chegada a hora de ser mais responsivo,
posto de adição já me enojei
Nos conformes das desditas do louco que não fui, ou que era desejando ser,
rebelde pela droga
Ou algo de nicotina mais fremente que fosse, a droga em si, posto mesclado com
álcool a história passou em mim
E o que antes fora passadismo, não passa de um porém nos dias em que já não
posso, e a medicina, invectiva, já faz parte de minha Natureza enquanto paciente,
paciente...
terça-feira, 29 de abril de 2025
A ESSÊNCIA DO VENTO
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