Os caminhos são do Sol, por vezes, tropicais e quentes
A um regaço do calor, vem no dia o dia outro e incandesce
Por mais a noite que vem em fulgores e calores outros
Qual não fora quase isso: uma Natureza inumana...
Serpenteiam as nuvens na madrugada que não vemos,
As ondas do mar cavam os rochedos milenares
Porcelanas são fabricadas do outro lado do planeta
E, tradicionalmente, as dinastias que já existiram vão por sobre alfombras.
Naquilo de nos apercebermos do que não existiria no ocaso do citado Sol
anterior
Um nascente se antepõe em mais uma jornada que não se refaz da noite em diante
Posto sabermos que em uma linha mais continuada os significantes de sucedam
Na questão mais presente da jornada de uma mulher que sustenta o mundo com
pernas de alabastro.
Em verso curto no curtir semânticas, desconstruímos um simples projetar
Quando pensáramos sermos outros que não éramos, e a vida seria melhor
Quando saberíamos melhor que o plácido dia que não nublará a noite
Perpassa na ciência de se passar a hora escrevendo apenas para não cair no
vício!
E tantas são as desditas de se angariar fundos quase travessos de antemão
Que a verve se ressente de prosseguir como Bretón a poesia que ainda não foi construída
plena
Naquilo de tessitura quase cigana e que reverbera com adiantamentos quase
neutros
Porventura com passadas irrequietas, no concentrar do poeta simplesmente, a
usufruir da mão que escreve...
quarta-feira, 30 de abril de 2025
CAMINHO INCANDESCENTE
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