Qual espera feminina, a estrela observa do alto, quem diria, um outro mundo
Que apenas vemos o ponto, a estrela mora no céu, essa pátria celestial
E não diríamos o suficiente jamais, que o seu intervalo é maior
Do que aquilo que desconfiamos fosse algo a se ter propriamente uma matéria...
Quem seria eu, um mero homem, não fora saber de sua existência, e o que seria
de mim
Se a tua distância não fosse a única certeza de que seu brilhar estará mais
vivo durante mil anos
Onde uma cultura milenar quiçá já soubera dos teus quadrantes, e somos já cinzas
perante o teu saber...
Resta teu ponto luminar, e outras estrelas, e outras certezas a afamar o céu, a
acalentá-lo
Quando o de prosseguirmos por mais milênios a mesma quiçá não se extinguirá,
pois o nosso Sol
Talvez tenha um milhão de vezes menos vida do que o citado astro que vemos tão
distante, em um tipo de espera onde o que vemos é a certeza de um dia na noite,
que seja...
sexta-feira, 18 de abril de 2025
A ESTRELA OBSERVA
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário