Nada dissera ele, e nada dizia outro ser, porquanto seus matos
Do jardim, seus insetos, seu cão, a enfermeira indo embora
Enquanto a noite recobria seu manto tépido na tessitura do verão
E muitos mesmo estariam em outros lugares, vendo quiçá um céu povoado...
Nada do que os vizinhos dissessem, algures, um comprando algo para comer,
Outros em suas casas, e a vida que se lhes palpitasse melhor, era assim de se
ter
Algo em ser de monta, o lucro do bem estar, depois de um dia como tantos
Em que a aurora do dia seguinte já prometia ao menos que o homem acordaria mais
tarde...
terça-feira, 11 de fevereiro de 2025
O HOMEM NO JARDIM
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário