sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

O ANTAGONISMO DOS INDECENTES


 

                Na miríade da Natureza das pulsões, quem diria, a gente, né: a gente, como se a gente fosse um fator genético, diz coisas que não se prescrevem de acertos ou erros, como se a inteligência artificial não atingisse já píncaros de glória, enquanto a “pesquisa inteligente” é disponibilizada até para países onde as fakes de altíssimo nível se nos chegam por outros meios... Lacan torna-se uma metáfora necessária, quando a mesma França tem colocado toda a sua força bruta por encima dos congoleses, apesar de países como a China se utilizarem de todo o aspecto contratual de suas empresas através daquele idioma, dentro da suposta pressuposição jurídica de que a língua francesa abraça melhor a superfície jurídica, sendo o direito internacional ainda de origem latina. O nosso país há de ter uma relação comercial ampla, e nossos governantes igualmente hão de preservar a nossa democracia, tendo para isso que unificar o aparato policial e expedir mandatos com mais agilidade, com votação emergencial no nosso parlamento. Obviamente, veteranos com mais de cinquenta anos na realidade de nosso país, com essa guerra comercial, com o índice ainda forte de miséria de nosso povo, já não tergiversam mais com romantismos, ou com vivência de ordem afetiva, mesmo que a alguns lhe seja dada a oportunidade de fazer uma terapia, mas isso é para poucos, pois o que pega, meus caros, é ou a tendência de grupos criminosos grassarem por aí, ou mesmo nas relações de poder intrínseca dentro do escopo de um homem, ou mesmo da premência ou da gana em que algumas mulheres querem exercer o dito poder, mesmo que disfarçado em grupos ou faltando com a verdadeira questão que pode ser ideológica, sendo que em nosso país quem não fizer parte dos círculos do poder já não pode mais fazer parte da política. Trazem para si a propriedade intelectual do outro, já não sabendo o que fazer quando o outro não está nem aí para a opinião de uma pedra, que seja, que não pode e nem tem o direito de achar que discerne tão bem com relação ao poder que lhe foi insertado na veneta.

                Uma questão prioritária a ser esclarecida é que a sociedade contemporânea é uma sociedade excludente em inúmeros países, e onde se acredita estarem se libertando, como no caso do Congo, onde os rebeldes estão para tomar o poder, por vezes são nações de primeiro mundo que criam cenários desestabilizadores para poder agir em favor da expropriação de riquezas minerais, que no caso desse país somam trilhões de dólares potencialmente ainda não explorados para aparatos eletrônicos, ou seja, interesse do mundo em ascensão, que é aquele que não vive sem essa tecnologia que já faz parte do vocabulário algo anódino e de vida própria, que faz com que muitos seres humanos já não saiam mais de suas casas e passem a coexistir com os outros através da comunicação por através desse meio que exclui e reverbera o isolamento e a falta do contato mano a mano, onde alguns homens e mulheres resolvem suas pulsões sexuais através de efemeridades e relações quase de serviços e préstimos sexuais, enquanto que outros passam em branco e, quando se percebem vivos, estão em vias de abandonar o corpo...

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