Precisaríamos de um esforço maior para tentar
Algo que detivesse a razão em supor o ser de ter sido algo
Quanto de saber que a suposição em si não fora de assim prontamente
Qual uma fogueira de vaidades, qual um ser que não respirasse longamente...
Assim se fosse, um rio que vertesse por entre as pedras, caudaloso,
As semânticas dos seus movimentos na intempérie da Natureza
Mesmo que o índio soubesse de que os peixes estariam refratários
Ou que o leito emergisse na parábola de um seio eletrônico.
Saberíamos, os nós que somos, emergentes de forma igual,
Quais doutores, em uma era que não fosse tão límpida
Ao sabermos igualmente dos mares nunca navegados
Ou das quimeras de uma torneira que perfaz o alimento.
Não por nós fôssemos caudatários do tempo, algo analítico deveras,
Quando analisamos a mulher ou o homem, ou ambos em uníssono
Qual um par que formasse um simples conjunto, uma parelha quase de equinos
Na selva misturada do que projetáramos fosse do hoje o ontem do amanhã...
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025
NÃO POR NÓS
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