terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

A REMISSÃO


                Morar em algum lugar, pode parecer tão “belo e santo...” Quiçá morássemos em um país inventado, aquele de Isabel Allende, ou quem sabe a literatura ainda fosse lida pelos servidores da ignorância, aqueles ou aquelas que apenas sabem do “televidiota” proceder, tanto nas redes sociais, ou nos novelescos idos de um vale a pena ver de novo. Existiria realmente um mal do século, ou na realidade a brutalidade em uma neurótica que subsiste dentro do escopo de uma realidade não fosse exatamente a sua neurose sexual, a doença da pulsão, ou a tentativa furada de ser mais conservadora do que a encomenda, quando supõe que um homem que seja independente e use de suas ferramentas mais nobres gostaria de estar simplesmente com os seus, mas justamente já não encontra mais nem os de outros, quiçá igualmente pelo fato de nem sempre buscar... O bem estar de uma mulher, que seja, irmanada, e aqueles que querem acabar com famílias, mesmo que sejam pequenas, e as suas relações simbióticas, no viés particular de uma boa medicina, ou mesmo na possibilidade de adquirirmos doenças graves como um câncer, que tanto afeta os seres mais afeitos a gostarem do progressismo, da liberdade e tantas qualidades próprias da democracia, mesmo sabendo que os seus hábitos não sejam muito saudáveis, e que isso gerasse individual ou coletivamente aquele rancor de muitos que não aceitam sequer a recuperação de um indivíduo, quando este se torna "careta", ou a anuência de que este ser queira bem a recuperação do outro, mesmo estando em uma situação de vulnerabilidade que o vulgo se arvora conhecer, por vezes tendo cursado coisas afeitas aos procedimentos cabais, ou sendo tecnicista ao ponto de ignorar que temos que ser mais decentes e humanos, na maior parte das vezes, ou no trato com outro ser humano.

                Na afeição parental, os laços familiares nos colocam não no sentido de se funcionar algo ou um sistema procedural, mas a psicologia e seus fundamentos hão de ser vitais por vezes para se lidar com um paciente, mesmo sabendo que temos por afeto laços que não se rompem jamais dentro do esquadro da vertente que une os polos, que infundem carinho, ou que não nos tornem jamais frios e calculistas no plano do ganho, seus dissabores e frustrações, mesmo sabendo que outros ganham mais um pouco, ou que se tenha uma idiossincrasia qualquer de Natureza étnica, política, religiosa, ou similares... Pois sim, teremos jornadas a cumprir, e a saúde mental de muitos dependerá única e exclusivamente para que não se tenha compulsoriamente a bancarrota de sistemas, principalmente quando seus vieses integradores não se sobreponham, quais camadas invisíveis, a outros que não sejam propriamente fora do escopo de uma realidade territorial ou nacional. 

               Justo, que se misturem confetes, ou que a salada seja "grega", a questão seria unificar o discurso do outro, porquanto no viés de algo que não se entenda sobremodo em um simples texto, há que se dispor a isolar o significante de outros, encadeando o discurso mais amplo, para que se possa encontrar, consensualmente, o equilíbrio na asserção factual.

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