segunda-feira, 19 de outubro de 2026

PERDOAI NOSSAS DÍVIDAS...


              Quando nos dirigimos a nosso Pai celestial, Deus, conforme a orientação de seu Filho, Jesus Cristo, na oração que Ele nos ensinara, devemos lembrar inicialmente que somos seus filhos, que o Pai nosso que está nos céus, será o Deus a quem devemos evocar essa oração, pedindo acima de tudo a misericórdia para que igualmente possamos praticá-la, quando dizemos que perdoe nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores, ou seja, quando praticamos a misericórdia com outros homens e mulheres, e estejamos preparados para receber de Cristo aquela que nos concederá para que não padeçamos por causa de pecados cometidos, em razão do que fazemos ao longo da existência... Essa oração serve para que peçamos para nós, aquilo que primeiramente seja santificado o Teu nome, e tudo o que significa para um devoto o nome de Deus: as Suas características, o Seu propósito em nós, a Sua bondade, e a devoção que devemos ter em relação a essa santidade, a razão primeira que nos abrace, em nome de Deus... Podemos conceber o inconcebível? Certamente não, e nos dirigimos a Deus na figura de Jesus, o Filho, que veio como homem, para que à sua imagem e semelhança nos salvasse da danação eterna, porquanto a oração é uma forma inequívoca para que possamos clamar ao Pai, do mesmo modo em que Cristo, o ungido, Aquele se dirige para invocar e pedir por remissão, ao pão de cada dia que nos dará hoje, e ao reino em que os súditos seremos nós, seus filhos, no âmbito da perfeição, e que venha a nós o Teu reino. Assim como seja feita a Tua vontade, assim no céu, como na Terra, pois não seja a minha vontade, e sim a Tua, meu Deus, que esperarei todo o tempo com minha fé, e que eu não ceda às tentações, e que me livres do maligno, amém.

              A parte inicial da oração fala profundamente das coisas de Deus, e como devemos clamar por ele, assim como na Verdade de Cristo estará a concepção do Pai Nosso, e como devemos orar nos dirigindo a Deus para pedir por mais fé, concebida pela realidade trina da Santíssima Trindade, assim sendo, o Espírito Santo nos santificando em nossa senda rumo à divindade da religião. Esse Espírito que reside em tudo e todos, e que, conformes com os homens e mulheres do mundo, congraçamos na comunhão com Ele na virtude divina... A conformação com a vida dos santos, a glória de nos consagrarmos a Deus, a busca incessante para que sejamos mais íntegros e possuidores de virtudes, isso devemos amealhar todo o tempo, e a oração, devidamente estudada junto com um preceptor nos capacita a falar com o Altíssimo. Essa dimensão espiritual tão almejada por um homem de fé que professe querer um contato com Jesus e sua conotação tão ampla na religiosidade em que buscamos nos aprofundar na fé supracitada. Como fosse a mesma coisa, a citada fé nos coloca diante da Verdade em que a oração do Pai Nosso fosse a súplica que pedimos, e que o reino de Deus nos seja concedido, acima de tudo, como maravilhosa monarquia onde a justiça e a bondade imperam...

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