Catamos
nossos próprios novelos pelos caminhos, as críticas, os gestos, a pronúncia daqueles
que nos ignoram, aquilo que não podemos nos permitir dizer, quem sabe a verdade
que muitos sequer pronunciam... Quem sabe se vivêssemos na guerra do Vietname,
ou mesmo em um campo de concentração, quem diria, as coisas seriam piores, ou
mesmo quando a vida nos encerra em redomas blindadas existencialmente, quando
queremos respirar melhor, quando queremos nos libertar de algo que nos
escraviza: quem sabe nós nos fechamos quais ostras em cima de um Muro de
Berlim, escutando The Wall, depois da abertura... Continuamos fechados, tristes
ou contentes, e não sabemos onde buscar um sentido para vivermos mais e melhor,
com os nossos camaradas que não existem, simplesmente.
A festa, a vitória de muitos,
aqueles que se refestelam em suas vantajosas coragens, os dias daqueles
desvalidos que muito nos apercebemos ainda mantém um desvelo acentuado pelos
seus. Não se fale de doenças e suas catástrofes, mas da massa que sofre por
carestias de educação, saúde e pão. No que se projete algo, que se diga algo, e
que alguém leia algumas páginas para se educar. Nada do que seja um bastião de muito
seja detentor de uma verdade suprema, posto na realidade outros vêm para dizer
do pouco que sabem um mundo de história. “País rico é país sem miséria...” Essa
é uma assertiva máxima, e do pouco que conseguimos o muito se revele aos
incrédulos, pois essa noção evidente do Poder deva ser pronunciada àqueles que
nada sabem de um bom Governo Federal.
Desde Oiapoque até o Chuí a nossa
nação possui largas fronteiras, e uma delas é a compreensão do que o nosso povo
deseja para si, pois a batuta maestrina de nosso Presidente saberá agir com
mais ímpeto depois de ganhas as eleições. Aquelas figuras franzinas, ou mesmo
birrentas, ou truculentas que fazem uma oposição sistemática, têm todo o
direito para tal, mas de qualquer modo a companhia de poucos se faz presente em
estados fascistas, para tanto, e os governadores que governam esses estados
mais não fazem do que corromper nossos planos para que não atinjamos os
objetivos que almejamos para todos os brasileiros. Posicionemo-nos em um tipo de projeto de melhorias para toda a nação, e tudo o que vem para agregar-nos na comunhão de fé em um país melhor. Espiritualmente, congracemo-nos a que se congregue a União deste país, ao menos para que a democracia e suas ações sejam dentro de uma prática saudável, e reza a regra que se aceite os resultados dela advindos. Não podemos de maneira alguma permitir que algum tipo de intervenção de algum outro país se faça em relação ao resultado do pleito e aceitar o citado resultado é tarefa dos líderes que estejam dispostos a se permitir não incorrer no erro da prepotência ou de gestos outros que não sejam a neutralidade em relação ao andamento não apenas da nossa democracia, mas de toda a América Latina e seus povos. Com relação a esse tópico, isso perfaz a compreensão de que devemos guarnecer sobremodo a nossa soberania, e não permitir tentativas de golpes de estado, brancos ou não, e aceitar nossas instituições como independentes, especialmente o Supremo Tribunal Federal, tão criticado pelos opositores férreos da nossa atual gestão.
Atingirmos a graça na nação pátria, sabermos que muitos passam por grandes carestias, ainda por si é algo de muitos desafios a serem cumpridos diante de governos que se sucedem para dirimir os problemas sociais, através de políticas públicas implementadas através de atos estatais. Sabermos que um Governo que atenderia principalmente os interesses das elites, sem se preocupar com as demandas dos pobres, não legitima a representação popular, posto sequer se preocuparia com os deserdados pela sorte, e as populações vulneráveis. É por essa questão que pedimos a Deus que abençoe nossos representantes, e faça vir para o Poder alguém mais piedoso com relação àqueles que mais necessitem de atenção do Estado.
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