São os modos que perfazem, estranhas maneiras, fôrmas exatas de produção,
Quimeras: saltamos de patamares de uma evolução circunscrita
E rompemos os laços em que maldizemos uma situação,
Sem ter noções evidentes do que seria um dia sem a distinta condição humana...
Mais do que supor desavenças, gostássemos de sermos outros, quatro membros de
uma fraternidade,
A cada qual a função cardeal, e o mestre que dê o Norte nos avise dos destinos
Quando, por uma questão ao avesso, perfunctória, menos ressentida do que não
suportaríamos:
Eis que surge a frondosa árvore dos desejos, a alquimia da mudança em que preservamos
ao menos uma sincera posição.
Colocaríamos o tempo e o vento em paralelas infinitas, cruzando-se no paradigma
solar
Entre outros processos alquímicos, na transmutação impossível, mas em uma cristandade
Que não nos esperaria do outro lado, posto sermos mais do que a simples querela
do ser
Quando nublamos a fonte do ocaso, e pernoitamos do lado daquela estrela que nos
dá o carinho da luz...
Nessa pungência em sermos mais do que o outro que nos venha a ter assuntos,
qual não seja,
O tempo eterno perfaz intervalos mensuráveis, esboçando a sua relatividade
Por um acaso mais feliz de estarmos consonantes com uma harmonia universal
Onde por vezes os opostos se encontram, no que se volta a equilibrar a energia
do Tao.
sábado, 25 de abril de 2026
O SIGNO DOS QUATRO
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário