Propriamente, seremos mais taciturnos quando carregamos um fardo
Posto no emblema da salvação, temos os indivíduos do tempo
E que coletivamente se respeite um dom sagrado de um, que seja,
Quando esse ser possa despir as vestes de um dia, de um si mesmo,
Mesmo que se adiante e se mostre, qual não seja, um caminho luminoso,
Perante tudo e todos, mas que não sejamos esse “se”, pois que simplesmente o
não eu,
Esse seria um ponto logicamente mais dispensável, quiçá passar invisível na
turba,
Ou saber que, em meio a um coletivo qualquer, nosso ego – o eu – não passe de
um tíbio reflexo
Do verdadeiro ser que somos: mais amplos, mais simples, e no entanto com um
verdadeiro Poder.
quarta-feira, 8 de abril de 2026
O EU QUE DESEJÁRAMOS
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