domingo, 12 de abril de 2026

O ENCONTRO


Toda a vez que te encontro, meu Deus, quem sabe eu não o saiba tanto
Quanto o sacrifício que teria que me impor de qualquer modo
A tanto em saber, que de formas as mais variadas, se não procedesse assim
Quem sabe outros caminhos seguiria, nas suas vertentes do meu caminho
Entre outros, que siga os ditames da medicina, de um grupo, que seja, da luz noturna,
Ou mesmo na oração plena em que suspendo a gana em acender um cigarro
Nas vezes em que vejo o que cria fosse uma manifestação complacente
Nas direções da permissão, mesmo que não se criassem as condições
Em que a ciência da minha verdade não concorde mais em ser melhor do que algo que nuble
O simples fato de estar fora do circuito da fumaça que não me deixará louco
Posto aquilo que se pretenda anormalidade aparente
Não seja um veredito terminante em minha vida, mas que seja apenas um alento em prosseguir
Com os laivos de uma consciência renascida, onde meus brios hão de ser maiores
Em que esta oração a Ti, não seja apenas uma página ao vento, mas leitura de minhas manhãs.

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