Sociedade
imagética: o que poderíamos supor, se tanto que dependemos de sinais
eletrônicos, ou da visibilidade dos comportamentos, ou mesmo das roupas e “uniformes”
para cada classe existencial, ou quem sabe o grito de Munch sobre a ponte vigorasse
o extremismo da expressão alemã, nos tempos das impressões francesas e sua vida
de damas e vagabundos... O sonho acabou, no sonho inacabado, em versão beta...
O que se rogaria completar, era apenas um arquétipo esclarecido nos escaninhos
da racionalidade, a lógica da organização e seus meios, aquilo que se pretenda
ser uma agência de inteligência em meio ao caos do que creem ser uma vida
espiritual, que não passa de drones, fuzis e armamentos nucleares. Quem sabe
cada ser humano portasse uma pistola, quem sabe a fake News fosse vendida nas
prateleiras produtivas, e quem sabe tudo isso não seja verdade, no contrasonho real? As senhas submetidas a
golpes, a burocracia necessária, posto de blindagens eletrônicas devemos nos
acostumar, pois a democracia dos meios digitais passa pela herética forma da
censura autocrática. Os seres que se dizem humanos procuram seus alicerces para
não sucumbirem à loucura, ao ponto de grandes irmandades afirmarem que são
catalogadas na OMS, dando a razão aos fundadores, conforme a autoria
intelectual desse margem a que a própria medicina e seus tratados jogasse a
toalha frente a uma coletividade avassaladora de neuróticos quase anônimos. O
que dá certo para alguns não dá certo para outros, e as respostas mais
incríveis é sermos condenados a um indulto diário de uma pena capital e
perpétua de estarmos coligados com o ego crescente de servidores que não negam
os errantes caminhos da raça humana. O principal é termos em conta de que
combater os narcos é algo sobremodo importante para elucidar as questões do
vicio que tanto assola em diversos formatos, e a saúde mental não é
necessariamente participar de um enlevamento espiritual em que não se possua
retorno, mas justamente fincar pé no que cremos: seja em Krsna, ou mesmo no Materialismo
Dialético ou no Espírito da Natureza...
Não nos
baste jamais algo que não iremos encontrar, nas vias de fato, quando a indisciplina
faz parte do ser humano como formato livre da alma de artista. Quando se fala
em cultura, estaremos nos alicerçando em um bem maior que é a liberdade de expressão,
de estabelecer críticas ao que quer que for, de nos posicionarmos perante o
escopo social afirmando quem somos, e não necessitar gesticular como um
fantoche diante de uma câmera em um grupo, ou mesmo ser uma vaquinha de
presépio perante uma coletividade inconscientemente ignorante. Essa revolução
cultural e necessária falaria mais alto quando todo um povo desse vasão aos escapes
que tanto engasgam, quando engolem certos tipos de padrões comportamentais que
lembram o Terceiro Reich... Ou o fascismo dos militares de 64, no Brasil. A
extrema direita possui muitos agentes dissimulados e disfarçados entre as
camadas populares, ou perto de lideranças que são até que bem permissivas, para
se tornarem um engodo típico de agentes da CIA, ou similares. A necessária
revolução cultural no país já se processa, com um Governo Popular que está
fazendo de sua MPB um emblema renovador no escopo da criação de espaços onde
isso possa acontecer, está acontecendo nas reformas do ensino brasileiro, com a
educação básica em período integral, com a diplomacia exemplar na política
externa, procurando não entrar em conflito com o primeiro mundo, mas tratando
esses países que abusam de seus poderes de igual para igual, revelando ao
planeta que Luís Inácio LULA da Silva é um grande estadista da história da
República Nacional. Talvez o maior de todos e um dos maiores estadistas na história
internacional, com um partido, o PT, de se tirar o chapéu, de tão embasado e
competente nos assuntos nacionais, e tão competente igualmente na relações exteriores.
Temos porventura uma democracia exemplar, e não se fez um gesto quando Bolsonaro
ganhou sua eleição, ao contrário do resultado das urnas quando nosso Presidente
foi vitorioso, há quatro anos atrás, nos atos que vieram no janeiro depois da
posse, no dia 8. Para preservar a dita democracia devemos estar cônscios de que
tudo o que relembrar os dias que virão pela frente, serão dias de conflitos
ideológicos, apenas isso, pois a festa popular não vai ser submetida novamente
a atos subversivos, posto as autoridades diplomáticas e a força das armas há de
coibir qualquer demanda dessa Natureza.
Para que não
se tenha um país sem cultura, a revolução cultural, que se chama O Todo, no
país, deve sempre estar na pauta do dia, e isso implica respeitar as
manifestações de qualquer ordem, permitir-se o ir e vir da população como um
todo, ampliar seus espaços, continuar com a política energética e produtiva,
aumentar as possibilidades de saúde como vêm sendo realizadas, na esfera pública, especialmente os CAPS e CAPSad,
e permitir que as forças armadas tenham largo campo de atuação efetiva em
nossas fronteiras, com cooperação internacional, para que se combata de forma
exemplar o crime organizado, não apenas contra as máfias de drogas, como aquelas
que agem em sistemas financeiros, além de todos os outros que atentem contra os
direitos da dignidade humana, em nosso país.
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