E sim, por que seríamos todos como os mesmos antes,
Quando não dizemos que fumamos algo, e porventura não seremos os mesmos
inocentes,
E algo não andaria muito bem pra lá das galáxias de nossa Primavera
A quem saiba, que as cores das flores não importa tanto, e só em pensar que dissermos
que delas não falamos
Terminaria com acordes de aranhas dissonantes de uma bossa nova, nos capítulos
onde João, o de Gilberto no nome,
Ao que verse outro vintém, na música de uma união completa, nas vertentes de
navegares alternos
Quando de discípulos verazes não ruminaríamos escolas, mas ficaríamos sós e soturnos
ao vento
Na mesma medida em que uma governança paralela decide por governos alternos
Quanto a desferir o peso para pesar na balança um ópio branco e sem cheiro
Qual não fosse, de se sentir seu refinado brilho no nariz que funga, qual noite
sem medida
Na teimosia obscura ainda de se arremeter com relação a decisões democráticas
Posto o Juiz, quando empossado ou de concurso recebe a anuência em prosseguir
seu trabalho, na certa feita em conclusão mais justa...
sexta-feira, 12 de setembro de 2025
TÚRGIDAS SEMENTES
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