Tecem as sombras o que se supõe serem luzes, que de acender e apagar na noite
O olhar atento de uma ignorância exemplar
O sabe que de tanto auferirem taxas sobre o comportamento
O tecido gástrico de muitos se transforma em úlcera...
Na vértebra de uma ameba que sói colocar ciúme em um verdadeiro homem
A simplicidade a que se diz pertencida se pertencem ao que “depois do fim”
Não sabe que será a primeira do eterno retorno.
E o outro, diabo sem sangue, que convida a prostituta para a cerimônia,
Ela se presta com desfaçatez de messalina, sempiterna, a serviço
Sem saber que de duas uma: a pesada mesada que recebe da chefia
Não nega que cumprirá a missão até a fornada terminar
Mas que, enquanto isso, o butano se azeita nas formas, e enchem-se os padrões
de consumo
Para que se inale com cheiro de marijuana, o mesmo ópio que se encerra no
padrão, mas letal.
E como se não pudesse ser copartícipe da mesma farsa, se diz outro que nos EUA
a Terra é marciana
Na esperança crível de ter vida nesse planeta árido para, quem sabe,
Seus neurônios melhor trabalharem por lá, depois do fim do mundo, ou depois que
Trump termine com o socialismo que não perde,
Já que os ratos de laboratório, mesmo as ratazanas gigantes, tem a vida mais
curta por serem feitos de excrementos onde as varejeiras já pousam os seus ovos
de festim...
terça-feira, 9 de setembro de 2025
SOMBRAS
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