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descasos é como estabelecer critérios com algo que não sabemos,
intrinsecamente, conforme nossa Natureza mais essencial. No que somos de fato,
quem seremos, a que dimensão estaremos, se somos seres divinos ou demoníacos,
se temos interesses ou estratégias, quais os paradigmas corretos de questões
que nos nublem a consciência, quem é invasor, quem é honesto, quem está agindo coerentemente,
ou quem vem apenas do inferno para tentar dissuadir de homens corretos a
dimensão de caminhos pelos quais já escolheram, e que tentam, na questão pura e
simples de se comprá-los afetivamente, se navegam por mares de través, ou se se
locupletam de propriedades, como algo que na realidade sói se cravejarem de
problemas, através do egoísmo de não obterem o poder, ou não conseguirem
alcançar as “metas desejadas”...
O
estudo aprofundado daqueles que não perdem tempo com firulas, ou com joguetes
afetivos ensaiados, na imaturidade dos adolescentes com mais de décadas postas
sobre uma mesa farta, que jamais seria motivo de reclamações, perfaz com que
insetos grandes inundem certos grupos, aqueles dos quais bem entendemos, pequenas
panelas que são sempre as mesmas, mas que praticando os estudos rigorosamente,
fazemos por merecer nossos espaços com a vitalidade nua e crua de estarmos
merecendo um lugar ao sol, principalmente em nossas primaveras, ainda que
aparentemente meio tardias. O rechaço de alguns membros contra outros que
porventura declaram abertamente suas impressões sobre estruturas furadas, ou
ímpetos derrotistas sobre os mesmos, apenas reiteram a importância de mantermo-nos
à sombra desses obstáculos que mais parecem ou mulheres submissas aos seus
maridos-patrões, ou aos homens encanecidos pela soberba, onde porventura sempre
nos farão lembrar da idiotice que vira um grupo que não tem mais razão de ser
enquanto perdure o fato de que um membro sofra o capacitismo todo o tempo, e
não se faz o mínimo esforço de trazer às luzes conhecimentos maiores sobre
temas recorrentes, que porventura possam permear a ignorância e a mediocridade que
cerca aqueles que se autodenominaram líderes de todo esse fastio.
Quando
o caos impera sob as sombras de um império falimentar, outros viriam a
mentalizar melhores dias a respeito de uma espiritualidade consonante e real,
sobre a mesma esteira das vaidades que tão bem conhecemos: esse caótico
regresso do ego, esse caudal que relembra a simples alocução de elementos que
meramente são quase conclusivos, mas que não passam de remendos que tapam
buracos que outros deixaram justamente para que esses pedaços de tecido roto, quais
pedras imóveis, assumissem a função de estar cumprindo papéis que mais não são
do que um roto tapando o rasgado. Nesse ínterim, resta sabermos a quantos paus
será feito a canoa que nos leva mais à frente, fora do tempo, esse tempo eterno,
que vai muito além das duas horas de um meeting, ou de cinco minutos de cada
membro, quando justamente se vai manipulando, por parte das lideranças de pavio
já queimado, que aparentam a coisa mais afeita a uma tentativa de estabelecer a
ordem, sendo que aqueles que se estabelecem se permitindo servir todos os dias
já não desejam mais participar da farsa. A libertação de uma condena está para
a liberdade de quem se arvora por questões de territórios, por vezes a própria
máfia que se instala diante de uma mão que rompe seus grilhões e parte para se
libertar, flutuando pelas letras, em uma lufada de ares ótimos, em um tipo de
alforria que sói encontrarmos no diâmetro da escravidão dos guetos negros no
país, onde porventura outros tantos, os excluídos também serão testemunhos
vivos do que são os grupos sectaristas, e principalmente, o que vem a ser isso
naqueles que – prontamente – servem ao fascismo como modalidade algo de um tipo
de tios brancos parecidos com o Sam, aquele que apontava seu dedo decrépito para
a América libertária, quando o que pensáramos fosse o grilhão maior, agora
torna-se um esqueleto já morto e pendurado em uma sala de uma aula de
anatomia...
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