segunda-feira, 8 de setembro de 2025

É O VENTO NAS FOLHAS


Não há uma geometria mais consonante
Do que aquela em que a performance
De um dia não perfaça a do dia que passou, como resultado
Onde, ainda não tendo chegado o que vier, como fator,
Não seja largada a hora como recurso que venha a ser um ruído
Na esfera das ondas de um rádio, ou na suposição de uma música
Que já tece a sintonia onde encontramos a estrofe em condições de construção.

Vejo o vento digital sobre o leito da informática
Como algo sui generis, como algo de se dizer que a informação seja quiçá tão crível
Ao sabermos que ancorar um pensamento em um rótulo não tergiversa com algo
Quanto a sabermos que por vezes a extrema direita tem a pressuposição do ser
Quanto dois mais dois seriam as vezes de se tentar ao menos cuidar para que a coisa não exploda
Na superfície das folhas dos diamantes brutos, quais camadas
Que encontraremos nas vertentes de um democrata em buscar a justiça que venha...

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