Em questões outras que não foram os óbices, os carros certamente serão quiçá
muitos
Bem parecidos, a mesma estrutura, os mesmos pneus, as mesmas latas, outras
cores iguais
Qual não fosse, um dia, o insofismável poeta não se queda na avenida solerte
Esperando que um andarilho já não passe, a questão de se ver resultados, a
sorte de sermos...
Quem sabe o andamento de uma passagem por entre as rochas marinhas, nos faça
respirar
Aquela coca zero que porventura teremos agora que evitar, se quisermos não
ingerir substância anódina
Tal como edulcorante, flavorizante, ou mesmo o adoçante
sintético industrial
Que apenas agrega valores caros na indústria que promove o sódio na bebida para
que não se mate a sede.
O sintético vira sintético, o refresco é brinquedo infantil, e se consome pelo
prazer de consumir
Quando as folhas da amendoeira prometem mais paz na visão invernal do que o
substrato da ausência de um simples inseto
No recinto programado a ser um pouco inteligente, mas não se furtem, algo
estará mais distante do filme
A que tantos insofismáveis poetas já não emudecem em palavras seus gestos
silenciosos e exatos.
quarta-feira, 4 de junho de 2025
UM DIA FORA OUTRO EM PASSAGEM ONDE O SOFISMA FICOU ESQUECIDO
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