Uma
vida afeita à incerteza constante por vezes é algo tão natural quanto sabermos,
e isso com uma certeza quase acadêmica, que o mundo em que vivemos é sem dúvida
um mundo em mutação, um mundo onde certos valores pontuam sermos algo adiante e
em outras questões relevantes um retrocesso, porventura, os passos que damos e
que, com a leitura necessária de nossos atos, seremos melhores ou piores, se não
nos ativermos que darmos e empreendermos o Grande Caminho por aquela é que
demonstra estarmos de acordo com o que é de fato, daquilo que apenas configura
ilusão. Há trabalhos que, de per si, já fizeram de muito a contribuir para o
escopo das sociedades, como no escopo de um lugar onde há muitas enchentes,
lagos de represamento ao longo dos rios é tarefa dos lugares os mais remotos,
ou principalmente onde as cidades se situam, posto a população estará mais
densa nessas áreas, demandando investimentos da União e dos Estados e
Municípios, em uma ação conjunta que ajude a cessar o movimento das águas no sentido dos transbordo e inundações. Mas
o trabalho como esse demanda vontade política, um passo extremamente
importante, e autorização dos Poderes da União, posto o orçamento maior está
contido nesta. A fé em um Poder Maior do que nós mesmos é importante, mas
recorrentemente quando perdemos nossas posses materiais, quando ficamos
desabrigados, demanda que trabalhemos quase em mutirão, isso no interesse da
citada União Nacional, para que se repare cicatrizes que muitas gerações sofreriam
se nada for feito, e portanto a ideia desse citado trabalho sempre será
bem-vinda por aqueles que tiverem o poder para orientar os chefes de estado ou
administradores e servidores governamentais, assim como nas parcerias público-privadas.
Sinteticamente a infraestrutura de uma nação não perfaz gostos ou preferências,
mas ação, e os passos fazem parte desse processo, não apenas no escopo de uma
grande obra nesse teor coletivo, mas igualmente nos processos em que um cidadão
possa se desenvolver física, mental e espiritualmente como indivíduo,
plenamente, em todos os sentidos.
Devemos
estar seguros de que os níveis que cada ser humano possui em conhecimento e
espiritualidade, ou mesmo aqueles que não tem credos, ou vêm de países
distantes para o Brasil, devem ser respeitados sempre, quando o que se quer de
nosso país com o bom e saudável orgulho, é que sejamos uma nação plena de
significados e substância, livre, desenvolvida sustentavelmente, e que as
questões da devastação ambiental também façam parte, aí sim, de modo
compulsório, de uma tomada de consciência das populações – ricas ou pobres –
sobre a necessidade de se preservar a Natureza, respeitar as fontes de energia
renováveis e saltarmos de situações praticamente ainda feudais em nosso país
para ingressar finalmente no século vinte e um. Para isso a aceitação dos
Governos que sucedem em nossa nação é sobremodo importante, e o governo de Lula
tem feito o possível para que se equalizem as questões de desigualdade social
no país, fomentando a igualdade racial, e com políticas públicas que, mesmo
ainda não sendo as ideais, permitem que outras unidades encontrem suas próprias
soluções, dentro do pressuposto indelével de que estamos no planeta para darmos
nosso melhor, dentro das limitações e possibilidades de cada um
individualmente, e dentro do cenário coletivo do território vasto de nossa nação
brasileira.
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