sábado, 7 de junho de 2025

O ANTIPAPISMO E OS ADORADORES DE LÚCIFER


                Não é à toa que muitas denominações religiosas ocultas adorem ao diabo. O movimento contra o clero católico sempre foi profundamente arraigado em muitas seitas satânicas, ou de cunho evangélico que se criaram sem muitas dificuldades, por vezes como empresas, por vezes com grupos alicerçados por lideranças “espirituais”, em messianismos quase apocalípticos, sendo que no arcabouço das massas crer em algo sem fundamentos, ou ser distinto dos demais leva por vezes a uma crise de identidade, onde as drogas e o álcool em demasia traveste a consciência desses turvos ou sinistros comportamentos, da tentativa de se quebrar estruturas sólidas como o catolicismo, e o ódio que essa Igreja, fundada por Pedro, o apóstolo de Cristo, tanto insufla nos espíritos rebeldes, que querem imitar a rebeldia de Lúcifer, o símbolo do demônio em determinados contextos... Já não são mais tão jovens esses agentes do mal, que se juntam em sociedades ocultas, vestem a parafernália, lembrando os episódios dantescos onde a Ku Klux Kan, foi realidade nos EUA, fomentando a guerra racial e outros satanismos no império que tanto deu corda para que emergissem esses tipos de organizações secretas, por vezes com o aval de muitos governos.

                Como pequenos morcegos ao léu, hoje temos uma sociedade onde muitos jovens possuem a adoração ao ateísmo, e coisas como viver sem limites, se drogar, beber em excesso e curtir músicas deveras “profanas” revela a preferência desse tipo de performáticos que chega a ser grotesca. Em meio ao caos em negar ordens e instituições como a segurança pública como um todo, representada pelo aparato policial, se travestem muitos com a ilusão de que são rebeldes ou fazem parte de um tipo de resistência, que nada mais é do que a negação de uma sociedade mais civilizada, onde as pulsões instintuais sói serem reprimidas quando necessárias, e não aceitam a repressão de alguns instintos que fatalmente virão a prejudicar uma família, um companheiro, ou mesmo uma mera questão de afetos mais verdadeiros.

                Não fora por uma sedimentação onde o possível em ser feliz no planeta não supusesse a ira que tantos possuem dentro do peito por governantes, e um fascismo latente e cada vez mais pronunciado na era contemporânea, as democracias se ressentem do fato de que têm que golpear a ponta de faca para sobreviver em meio a tanta subversão, esta, em nome da citada resistência, qual não seria melhor aplicado o termo: retrocesso. No meio do citado caos, estarão os sete pecados capitais, que para um ateu convicto torna-se o libelo de sua liberdade! Não haveria mais regramentos, e o mundo abraçaria as questões existenciais como algo paulatino, mesmo que soubéssemos – como o sabemos – que a cocaína é a mola mestra da nomeada resistência, junto com a maconha e o álcool...

                Todos querem viver da maneira que querem, mas todos precisam trabalhar em diversas engrenagens sistêmicas, e no final das contas a pretensa sensação de serem livres usando das drogas e verem inutilmente que muitos comparecem com sua burguesia egoísta e separada de suas realidades, não passa da ilusão de que são independentes, mas meramente estão enriquecendo os cofres da empresa para a qual emprestam sua força de trabalho: arduamente. Mas o entorpecimento de que estão lutando bravamente, mesmo os discípulos do diabo, até as messalinas ou @s adúlter@s, os que primam por educação dos seus filhos mas fumam da erva como se o paraíso fosse a sua vida e sua família, contanto que não se dê nem um centavo do que recebem em suas instituições ou empresas, ou seja, desde os ratos do porão até os porcos de acrílico, todos têm um lugar ao sol nessa chamada resistência de araque, pois só resiste a algo aquele que sofreu um bocado para chegar a um nível de maturidade e experiência que pode ajudar quem precisa, com uma longa dose de altruísmo, bondade efetiva e amorosidade, não falo daquela da farsa, a amorosidade chavão.

                É realidade hoje que o Ocidente atravessa uma crise sem precedentes, enquanto o mundo oriental se fecha mais para preservar-se, posto já ter emergido como o quinhão mais rico material e espiritualmente, no planeta. Por essa razão, quiçá haja tantos templos católicos na China, e tantos templos vaishnavas na Índia, por uma suposição de que a verdadeira espiritualidade se revela na conformidade saudável de evitarmos os ruídos dos pequenos morcegos que navegam espalhando sua orgia por nosso entorno, no que chamaríamos que aquele cidadão que quer chamar a atenção e crê no Lúcifer, de carteirinha, e que programa a próxima tatuagem a botar em seu corpo, será o mesmo que por vezes acabará tendo que prestar contas à medicina, quando acreditar finalmente que incorporou o espírito do demônio, e já não é mais um ser humano, pleno de euforia, em sua tragédia.

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