No que não fora não seria mais, não é mesmo?
Jamais pensássemos algo distinto, o descaso, a fúria silenciosa do rancor
Ou algo do egoísmo de tal ou qual, qual não seja, o desconhecer, algo do
descaminho
De se saber que o silêncio seja o ponto maior do nada, nada do não ser, do não
estar sequer
A saber testando um homem o teste capital, mesmo que saibamos que nada do que
existia
Já não faz o mesmo sentido, a não ser na propriedade verdadeira de estarmos
mais limpos,
E cada vez mais, da substância que antes nos escravizara, como são vãs as outras
formas de escravidão...
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