sábado, 17 de maio de 2025

SERÁ QUE AINDA É?


No que não fora não seria mais, não é mesmo?

Jamais pensássemos algo distinto, o descaso, a fúria silenciosa do rancor
Ou algo do egoísmo de tal ou qual, qual não seja, o desconhecer, algo do descaminho
De se saber que o silêncio seja o ponto maior do nada, nada do não ser, do não estar sequer
A saber testando um homem o teste capital, mesmo que saibamos que nada do que existia
Já não faz o mesmo sentido, a não ser na propriedade verdadeira de estarmos mais limpos,
E cada vez mais, da substância que antes nos escravizara, como são vãs as outras formas de escravidão...

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