Quantos se deixam levar por promessas e afinidades,
Quantos eram algo e deixam de ser, por verossimilhança com o nada, ou apenas
não existir mais
Na conformidade de uma hipocrisia sem limites, e isso é fato, agridem com
palavras doces,
Creem na inveja inconsciente como modalidade de vida, e regem seus desatinos
com ações de fato
Na intenção de prejudicar o que pensaram ser estruturas, e na verdade sói nem
fazerem cócegas nos homens de bem.
Quantos prestam um desserviço a seus grupos, obnubilando vozes sem conta,
reiterando competências, ou não deixando de disfarçar seus ímpetos reacionários
Quanto de uma questão quase de pauliceia não querem deixar que outros respirem
mais aliviados, o respirar de uma consciência tranquila,
Pois respiram através da culpa dos outros, que se dizem inocentes por enfeixar
a vergonha que dizem não passar
Mas que no fundo é ideia preconcebida desde o nascituro que não cessa de ser um
muro contra si mesmo.
sábado, 17 de maio de 2025
A VALA DOS ENJEITADOS
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