Que as gopis não se ausentem
De
Govinda, o menino Krsna,
Quando pressentem a sua presença
suprema
À beira do Yamuna, o lago sagrado
E a flor de
Lótus embeleze cada vez mais o cúrcuma e o açafrão
Dos olhos
da flor em cada vaqueirinha, as consortes de Deus…
E
Radharani, a Sua Potência de Prazer, a consorte mais querida de
Krsna
Seja ela a de sempre, a virtude inumerável, sem tirar nem
por, da relação transcendental
Que algumas das centenas de
vaqueiras enumeram sobre a alfombra cristalina de Vrndávana
Os
cálices de flores das chuvas emanadas por Indra sobre a Dança maior
dos universos
Quando o ápice da espiritualidade passa por sob o
olhar na leitura paulatina dos Cantos
Que culmine com o
surgimento dessa parte na consagração do Brhamachari que apenas a leu.
terça-feira, 9 de julho de 2024
A DANÇA DE RASA
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