A panela gira dentro do quintal, e o
muro divide um quinhão
De través, como em um barco, antes
terreno, agora sendo loteamento
Do que se queira como barco de
oceano causal, onde hirianakáshi cria universos
Na
pressuposição neutra onde seus poros emanam e absorvem
Na
criação e manifestação, por vezes na dissolução cósmica
Do
que vira a ser um tipo de universo manifesto, quase sem
limites
Dentro da infinitude que não revele tudo do nada que
não se infira algo.
A conformidade em se ser um átomo
dentro da praia, aquela partícula animada
Dentro de corpos
inumeráveis, tanto a pulga da areia que cava suas pequenas pedras
Ou
mesmo o ser da baleia que está nas águas mais profundas, escalonada
nas dimensões…
Mesmo enquanto se diria que seria tanto
outro o hemisfério de outrora,
O relutante mesmo e
aparentemente indivisível átomo encontra na corda
As origens
de uma física encontrada por aquilo que não se encontra na
microscopia
Mas que o vento perpassa solene com seus outros
trilhões, em seus toques conscientes!
Nenhum retrocesso
de leitura rápida se antecipa à uma frase demagógica
Quando
de inteligência de TI a pequenez frente a Natura infira
Que,
quanto ao final de uma estrofe, o resistir a algo remonte
A
superfície nua do metal alcalino de um lítio mais antigo, qual
bateria de auto.
domingo, 4 de junho de 2023
CONFORMIDADES ÚTEIS
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