Não há grandes interpretações a
respeito de coisas inacessíveis, porquanto, em se tratando de sistemas,
estaremos versando sobre linguagens, sintaxe, comandos e outras parafernálias
afins, afeitas a serviço de grupos que efetivamente cumpram modalidades a favor
da ordem e do progresso de uma sociedade, inferindo portanto a questão
democrática, e outros que subvertam a mesma ordem, ou seja, que estejam servindo
à modalidades ilícitas de atuação, não propriamente que seja inferir o modal
político, mas a operacionalização implícita nas mesmas latitudes dos supra citados
sistemas. O orgulho em estabelecer perdas ou ganhos, obtenção de metas ou
passos progressivamente positivos ou negativos, com relação ao critério de
vitimização ou de proteção é que nos sugere a soberba, ou o ego falso,
calcanhar de Aquiles em que a previsibilidade remonta a que efetivamente o bom
servidor ganhe quando subentenda que perder algum conflito operativo faz parte
de seu trabalho, enquanto outros pretendam vitórias, expondo suas fraquezas e a
cegueira decorrente que intui a próxima e decorrente derrota.
Considerar a fraqueza como
fortaleza é um tipo de proceder onde o escopo é o aprendizado contínuo, posto
as modalidades criminais afeitas à não aceitação da democracia e seus resultados,
levam a crer que a impossibilidade de serem vitoriosos será quando as forças da inteligência
majorada levá-los a crer que ganharam, e aí no dia posterior e não necessariamente
imediatamente posterior, dentro da investigação acurada e seus registros mais
exatos da rede e da ação do crime infere vitórias efetivas, e o eu verdadeiro
ganha mais uma vez com a sua efetividade, dentro de uma prática progressiva de
vitórias cada vez maiores, posto um caminho onde o conhecimento vai aprimorando
os sistemas e os regulando, mesmo que o viés contrário venha alicerçado pela
ajuda externa de sistemas outros, que caem cada vez mais em contradição, quando
as linhas de investigação interna chegam a algumas fontes que reiteram e expõem
provas de que efetivamente qual ou tal serviço de inteligência internacional
esteja pondo à prova a efetividade de um programa de atuação nacional que
integra por vezes todo um continente, incluso com forças provenientes dos mesmos
países que geram o movimento oposto, mas que ainda possuam bom senso no contra
ataque a essas anuências que depõem contra – por vezes – a sua própria nação e
seus andamentos democráticos no rebatimento reflexo onde a inteligência externa
aí vem para agregar nossas forças e nossos critérios preservacionistas da boa conduta
de trabalho efetivo de um serviço e vigilância constantes.
Por vezes, muitos em alguns países
supõem serem perseguidos, mas o que ocorre é que a repressão há de ser pontual
e efetiva naqueles que inferem, em um exemplo cabal que certas drogas que
chamam simplesmente de erva, como a maconha, devam ser liberadas, posto isso deduz
logicamente que pode ou certamente há um conteúdo reverso de controle e
alienação social, e devemos estar atentos a que grupos inserem esse tipo de
substância altamente nociva em certos circuitos sistêmicos como a universidade,
onde supostamente o crime não seja tão aparente, pois seus alunos estão praticamente
já adultos, e se deva inferir aonde se localizam os países onde a droga já foi
liberada. Isso posto, devemos estar cônscios de que essa droga hoje é a base
operativa da disseminação de outras muito mais sinistras como a K9, pois
disfarçadamente podem inserir dentro de um contexto de que seja apenas uma
cannabis o terrível caso daqueles que vêm a óbito ou são acometidos de enfermidades
psíquicas graves depois de sua ingestão na corrente sanguínea. A maconha e seu
uso comprovadamente pode causar esquizofrenia, PMD e outros transtornos mentais,
além da alienação cultural, em que a indústria do cinema tanto coloca questões
de retaliações no que viria a ser o futuro do planeta, e as crianças e adolescentes
seguem acreditando que isso seja real, dentro daquela modalidade de confecção
de filmes de ficção científica alicerçados pela indústria que possui equipes
numerosas e muito competentes nesse setor, alicerçados pelo hiper-realismo oriundo
dos softwares de ponta como o Maya, um software de 3D, muito utilizado pelo cinema
contemporâneo a citar o exemplo de Steven Spielberg, seu mais renomado diretor.
Em síntese, além das drogas, que
são um meio eficaz para se obter recursos para a compra de armas e a subversão
contra as democracias de cunho popular, os sistemas de informação e as indústrias
de games inferem que certos países investem maciçamente nesse tipo de categorias
da economia para que seus lucros compartam com guerras ideológicas ao redor do
mundo, treinando efetivamente um tipo de exército de criaturas alienadas para
serem portadoras do mal e defender o que chamam de liberdade cultural, desde
que os países que ainda não conheçam a tecnologia em graus tão elevados jamais
os possam alcançar, quando eles mesmos dão o início à guerra efetiva, na chamada
agora guerra comercial contra um país que já emerge com o conhecimento necessário
a revelar ao mundo o que se chama economia livre e, paradoxalmente, o embargo cruento contra a essência
da libertação dos povos no planeta.
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