quarta-feira, 7 de junho de 2023

A SOBERBA INTEGRATIVA DOS SISTEMAS


              Não há grandes interpretações a respeito de coisas inacessíveis, porquanto, em se tratando de sistemas, estaremos versando sobre linguagens, sintaxe, comandos e outras parafernálias afins, afeitas a serviço de grupos que efetivamente cumpram modalidades a favor da ordem e do progresso de uma sociedade, inferindo portanto a questão democrática, e outros que subvertam a mesma ordem, ou seja, que estejam servindo à modalidades ilícitas de atuação, não propriamente que seja inferir o modal político, mas a operacionalização implícita nas mesmas latitudes dos supra citados sistemas. O orgulho em estabelecer perdas ou ganhos, obtenção de metas ou passos progressivamente positivos ou negativos, com relação ao critério de vitimização ou de proteção é que nos sugere a soberba, ou o ego falso, calcanhar de Aquiles em que a previsibilidade remonta a que efetivamente o bom servidor ganhe quando subentenda que perder algum conflito operativo faz parte de seu trabalho, enquanto outros pretendam vitórias, expondo suas fraquezas e a cegueira decorrente que intui a próxima e decorrente derrota.

              Considerar a fraqueza como fortaleza é um tipo de proceder onde o escopo é o aprendizado contínuo, posto as modalidades criminais afeitas à não aceitação da democracia e seus resultados, levam a crer que a impossibilidade de serem vitoriosos será quando as forças da inteligência majorada levá-los a crer que ganharam, e aí no dia posterior e não necessariamente imediatamente posterior, dentro da investigação acurada e seus registros mais exatos da rede e da ação do crime infere vitórias efetivas, e o eu verdadeiro ganha mais uma vez com a sua efetividade, dentro de uma prática progressiva de vitórias cada vez maiores, posto um caminho onde o conhecimento vai aprimorando os sistemas e os regulando, mesmo que o viés contrário venha alicerçado pela ajuda externa de sistemas outros, que caem cada vez mais em contradição, quando as linhas de investigação interna chegam a algumas fontes que reiteram e expõem provas de que efetivamente qual ou tal serviço de inteligência internacional esteja pondo à prova a efetividade de um programa de atuação nacional que integra por vezes todo um continente, incluso com forças provenientes dos mesmos países que geram o movimento oposto, mas que ainda possuam bom senso no contra ataque a essas anuências que depõem contra – por vezes – a sua própria nação e seus andamentos democráticos no rebatimento reflexo onde a inteligência externa aí vem para agregar nossas forças e nossos critérios preservacionistas da boa conduta de trabalho efetivo de um serviço e vigilância constantes.

              Por vezes, muitos em alguns países supõem serem perseguidos, mas o que ocorre é que a repressão há de ser pontual e efetiva naqueles que inferem, em um exemplo cabal que certas drogas que chamam simplesmente de erva, como a maconha, devam ser liberadas, posto isso deduz logicamente que pode ou certamente há um conteúdo reverso de controle e alienação social, e devemos estar atentos a que grupos inserem esse tipo de substância altamente nociva em certos circuitos sistêmicos como a universidade, onde supostamente o crime não seja tão aparente, pois seus alunos estão praticamente já adultos, e se deva inferir aonde se localizam os países onde a droga já foi liberada. Isso posto, devemos estar cônscios de que essa droga hoje é a base operativa da disseminação de outras muito mais sinistras como a K9, pois disfarçadamente podem inserir dentro de um contexto de que seja apenas uma cannabis o terrível caso daqueles que vêm a óbito ou são acometidos de enfermidades psíquicas graves depois de sua ingestão na corrente sanguínea. A maconha e seu uso comprovadamente pode causar esquizofrenia, PMD e outros transtornos mentais, além da alienação cultural, em que a indústria do cinema tanto coloca questões de retaliações no que viria a ser o futuro do planeta, e as crianças e adolescentes seguem acreditando que isso seja real, dentro daquela modalidade de confecção de filmes de ficção científica alicerçados pela indústria que possui equipes numerosas e muito competentes nesse setor, alicerçados pelo hiper-realismo oriundo dos softwares de ponta como o Maya, um software de 3D, muito utilizado pelo cinema contemporâneo a citar o exemplo de Steven Spielberg, seu mais renomado diretor.

              Em síntese, além das drogas, que são um meio eficaz para se obter recursos para a compra de armas e a subversão contra as democracias de cunho popular, os sistemas de informação e as indústrias de games inferem que certos países investem maciçamente nesse tipo de categorias da economia para que seus lucros compartam com guerras ideológicas ao redor do mundo, treinando efetivamente um tipo de exército de criaturas alienadas para serem portadoras do mal e defender o que chamam de liberdade cultural, desde que os países que ainda não conheçam a tecnologia em graus tão elevados jamais os possam alcançar, quando eles mesmos dão o início à guerra efetiva, na chamada agora guerra comercial contra um país que já emerge com o conhecimento necessário a revelar ao mundo o que se chama economia livre e, paradoxalmente, o embargo cruento contra a essência da libertação dos povos no planeta.

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