Toca-se na pedra, uma vertente de aço, uma flor de chumbo
Que não seria mais a fonte de uma informação, quem dera,
Posto não fosse a rigidez mineral em formação no mar
Ao tato de um que fosse, não que fora antes do mero tom de voz
Ou na aparição sistêmica de uma coisa que não possuía mais sequer noção
Quando se tivesse uma outra tonalidade de se crer que a vida mereceria
notadamente
O verso descaído no regaço moreno de uma mulher, ou mesmo nas frontes das
gentes
Que evanescem por diante de uma seara cada vez mais distante do destempero
irrequieto
Quanto de saber-se que não podemos estar espiritualmente em silêncio sempre...
sexta-feira, 13 de março de 2026
A PELE E A PEDRA
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