terça-feira, 17 de março de 2026

A LATITUDE INFINDÁVEL DO SER HUMANO


                O que queremos, o que desejamos, no mais profundo de nosso eu, na nossa essência mais imediata, pois saibamos que teríamos a vida melhor se fosse tudo preparado de antemão, quem dera, se tudo fosse recolhido de véspera, as nossas preocupações, o que obtemos, sermos espirituais ou “espirituosos”? Uma simples premissa nos invada, quem sabe somos aquilo que jamais esperamos de nós mesmos, senão uma casca de noz em um oceano, ou um encouraçado em uma banheira... A virtude realmente nos espera no fim de nossas jornadas, ou meramente a questão seja obedecer, não mais do que isso? Um ato em duas sílabas, nada mais, ou um gesto em um repente, qual não fora a ideia central, seremos mais aptos quando nos apercebermos que o citado gesto pode ser terno ou brutal, não importando mais a sua Natureza ao olhar de quem sequer olha mais nada... Gostaríamos de ser amados, ou quem sabe um filme erótico seja o remédio para um homem solitário, quando na verdade a realidade ao lado é um casal estar comendo em um café expressado por gente mercenária que faz das suas para ganhar aqueles trocados que significam apenas mais um negócio, onde os garçons são escolhidos a dedo para afastar gente consciente, da frequência. O é, pois por vezes os subversivos tramam das suas em anos eleitorais, pois a uma serpente seu veneno se mede pelas cifras que obtém de suas artimanhas...

                Não há medidas, enquanto na rua a preocupação de muitos passantes é aonde encontrar seus recursos para obter a droga, ou quem sabe como os administradores da cidade vão fazer para acabar com a sujidade dessa gente que insiste em se fazer presente nos locais onde de públicos viraram posse da prefeitura. O libelo não é saber da limitação da urbe, mas de sua infinita grandeza, cercada por muros de contenção invisíveis e transparentes. E saber que o ser sobrenada nisso tudo, mas que um que o dite convencionalmente nada mais pode fazer, a não ser lançar um testemunho sagrado sobre o que ocorre com as tradicionais organizações do crime de colarinho que tanto brotam nas corruptas formas de governos sectaristas e capacitistas. A onda não é agora permitir a ação dos CAPS, mas boicotá-los diuturnamente, como com todas as outras que não permitem que se veja a atuação do Governo Popular de Lula enquanto governo que deu certo, ao menos na forte demanda de se manter a democracia intacta, depois dos eventos do oito de janeiro. O ser humano vira uma onda forte diante de tudo e todos, e os assistencialismos federais são colocados em xeque, assim como todo o processo que leva à mais uma vitória da esquerda no nosso país. O fascismo diante desses fatos toma força em Estados fascistas, pois sua política não é gerar apenas a renda para as empresas, mas ser um gestor onde antes seria um governo. E tudo isso implica em que as regras para a corrida sejam regidas por substâncias estimulantes, por parte de empresas que fazem das suas para tentar reunir o maior número “deles” na sua frequência habitual. Dada a largada, fazem das suas para tentar erradicar o mal, que para eles é toda a preferência pelos pobres, evidenciada claramente pelo nosso Presidente, que tem a sua origem, que jamais negara, dentro do operariado brasileiro.

                Quando se pensar na latitude do ser, por que muitos já se “acostumaram” a ver gente revirando o lixo dos cafés, enquanto comem de suas tortas, repletas de gordura vegetal, ou de glacês que doceiras competentes ensaiam para engordar a burra de seus donos? Ou por que comem outros de carne folhada a ouro, enquanto outros passam pelas portas da churrascaria, pedindo pelo amor de deus por um copo de água, ao menos? Por que certos trabalhadores não pensam que até mesmo a maconha que fumam e que creem que os federais reprimem poderão fumar no escopo de um governo que permite, ao acreditar ainda que seria melhor um golpe de estado, sendo que durante o último período ditatorial sequer eram um espirro do membro de progenitor que nem estava nascido? Que cerceamento é esse que sentem espiritualmente sobre o Cristo que negam todo o tempo, mal sabendo que esse é um Deus do amor e da concórdia, e não de Lúcifer, mestre desses infelizes? Posto que quem acredita que apenas os ricos vão para o reino dos céus só pode ser adorador do dito cujo.

                O ser humano se torna um nada na existência, ou quem sabe a volta do parafuso saberia melhor onde reside o lenho para uma boa mesa? Quem sabe a peça que falta para concluir a obra de Deus venha da mulher, e não do homem? Ou quem sabe hoje em dia a mulher tenha nascido à imagem e semelhança, em caráter, do homem, pois quem gosta de seus iguais não diferencia nem gênero, nem número e nem grau... E o empoderamento feminino quem sabe tenha sido um dos piores lados humanos da moeda? Pois no fundo, no fundo, quem concede o Poder é um prócer masculino, sendo o poder da gestação, que não é poder, mas milagre, a única coisa que diferencia e torna a mulher superior ao homem... Isso é admissível na linguagem mais lógica do mundo, e Maria seria a mãe do Altíssimo, por isso não existe Jesus Cristo sem Ela.

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