O que
queremos, o que desejamos, no mais profundo de nosso eu, na nossa essência mais
imediata, pois saibamos que teríamos a vida melhor se fosse tudo preparado de
antemão, quem dera, se tudo fosse recolhido de véspera, as nossas preocupações,
o que obtemos, sermos espirituais ou “espirituosos”? Uma simples premissa nos
invada, quem sabe somos aquilo que jamais esperamos de nós mesmos, senão uma
casca de noz em um oceano, ou um encouraçado em uma banheira... A virtude
realmente nos espera no fim de nossas jornadas, ou meramente a questão seja
obedecer, não mais do que isso? Um ato em duas sílabas, nada mais, ou um gesto
em um repente, qual não fora a ideia central, seremos mais aptos quando nos
apercebermos que o citado gesto pode ser terno ou brutal, não importando mais a
sua Natureza ao olhar de quem sequer olha mais nada... Gostaríamos de ser
amados, ou quem sabe um filme erótico seja o remédio para um homem solitário,
quando na verdade a realidade ao lado é um casal estar comendo em um café
expressado por gente mercenária que faz das suas para ganhar aqueles trocados
que significam apenas mais um negócio, onde os garçons são escolhidos a dedo
para afastar gente consciente, da frequência. O é, pois por vezes
os subversivos tramam das suas em anos eleitorais, pois a uma serpente seu
veneno se mede pelas cifras que obtém de suas artimanhas...
Não há
medidas, enquanto na rua a preocupação de muitos passantes é aonde encontrar
seus recursos para obter a droga, ou quem sabe como os administradores da
cidade vão fazer para acabar com a sujidade dessa gente que insiste em se fazer
presente nos locais onde de públicos viraram posse da prefeitura. O libelo não
é saber da limitação da urbe, mas de sua infinita grandeza, cercada por muros
de contenção invisíveis e transparentes. E saber que o ser sobrenada nisso
tudo, mas que um que o dite convencionalmente nada mais pode fazer, a não ser
lançar um testemunho sagrado sobre o que ocorre com as tradicionais
organizações do crime de colarinho que tanto brotam nas corruptas formas de
governos sectaristas e capacitistas. A onda não é agora permitir a ação dos CAPS,
mas boicotá-los diuturnamente, como com todas as outras que não permitem que se
veja a atuação do Governo Popular de Lula enquanto governo que deu certo, ao
menos na forte demanda de se manter a democracia intacta, depois dos eventos do
oito de janeiro. O ser humano vira uma onda forte diante de tudo e todos, e os
assistencialismos federais são colocados em xeque, assim como todo o processo
que leva à mais uma vitória da esquerda no nosso país. O fascismo diante desses
fatos toma força em Estados fascistas, pois sua política não é gerar apenas a
renda para as empresas, mas ser um gestor onde antes seria um governo. E tudo
isso implica em que as regras para a corrida sejam regidas por substâncias estimulantes,
por parte de empresas que fazem das suas para tentar reunir o maior número “deles”
na sua frequência habitual. Dada a largada, fazem das suas para tentar
erradicar o mal, que para eles é toda a preferência pelos pobres, evidenciada
claramente pelo nosso Presidente, que tem a sua origem, que jamais negara, dentro
do operariado brasileiro.
Quando
se pensar na latitude do ser, por que muitos já se “acostumaram” a ver gente
revirando o lixo dos cafés, enquanto comem de suas tortas, repletas de gordura
vegetal, ou de glacês que doceiras competentes ensaiam para engordar a burra de
seus donos? Ou por que comem outros de carne folhada a ouro, enquanto outros
passam pelas portas da churrascaria, pedindo pelo amor de deus por um copo de
água, ao menos? Por que certos trabalhadores não pensam que até mesmo a maconha
que fumam e que creem que os federais reprimem poderão fumar no escopo de um
governo que permite, ao acreditar ainda que seria melhor um golpe de estado,
sendo que durante o último período ditatorial sequer eram um espirro do membro
de progenitor que nem estava nascido? Que cerceamento é esse que sentem
espiritualmente sobre o Cristo que negam todo o tempo, mal sabendo que esse é
um Deus do amor e da concórdia, e não de Lúcifer, mestre desses infelizes?
Posto que quem acredita que apenas os ricos vão para o reino dos céus só pode
ser adorador do dito cujo.
O ser
humano se torna um nada na existência, ou quem sabe a volta do parafuso saberia
melhor onde reside o lenho para uma boa mesa? Quem sabe a peça que falta para
concluir a obra de Deus venha da mulher, e não do homem? Ou quem sabe hoje em
dia a mulher tenha nascido à imagem e semelhança, em caráter, do homem, pois
quem gosta de seus iguais não diferencia nem gênero, nem número e nem grau... E
o empoderamento feminino quem sabe tenha sido um dos piores lados humanos da
moeda? Pois no fundo, no fundo, quem concede o Poder é um prócer masculino,
sendo o poder da gestação, que não é poder, mas milagre, a única coisa que diferencia
e torna a mulher superior ao homem... Isso é admissível na linguagem mais
lógica do mundo, e Maria seria a mãe do Altíssimo, por isso não existe Jesus
Cristo sem Ela.
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