Os que buscam minar a resistência de alguns homens ou mulheres que estiverem caminhando pelas suas próprias dificuldades com invectivas, com suas influências nefandas, ou mesmo um interesse ou outro de Natureza praticamente inconsciente de despachar adiante as boas índoles da vítima, quando esta reclama estar praticando tudo de seu melhor, e mesmo que porventura não queira ou não se lembre de suas próprias máculas de caráter, o vulgo que pensa poder julgar a coloca em posição vulnerável, como se alguma coisa movesse uma sinistra engrenagem que desse o start para essas questões, meramente de fidelização ou não, meramente de escravocracia ou coisas desse gênero... Como relações de Poder, a simples questão de egos falsos, ou mesmo algo que buscasse solapar a tranquilidade ou serenidade de alguém para que essa vítima recaia no vício, na dependência, ou mesmo saia de seus padrões de lucidez ou normalidade, com o zelo de que tais agentes – repito – sinistros, revelem a todos as suas carapuças e ardis na corrupta questão do ser, esse estranho e repetitivo nada, o ser, o nada, o não ser, a investida dentro da maldade...
Pode ser uma questão de vida ou morte, de dependência, contestação simples, de esperança, ou mesmo de organizações imiscuídas em lugares os mais variados, imprevisíveis, onde o disfarce não seria tão generosamente ofertado por esses citados agentes, como máfias alternas, ou mesmo organizações secretas com estruturas de dominação refugadas pela sensatez, mas que retornam com força total defronte as mais várias formas, que poderiam ser objetos de estudo, o mais das vezes, nas tentativas atávicas de se chegar à verdade mais consonante dos fatos, ou seja, a busca das verdadeiras informações, mas não uma vida em função de sua manipulação, através da TI e suas vias suspeitosas. Mesmo porque, nas vias de fato, se uma pretensa organização oculta-se sob as formas suspeitas de informações e disfarces das mesmas, quais seriam as razões das mesmas formas desse operativo, senão o obscurecimento e a falta, o lado das sombras, o vale que nos impõe, repetindo, uma grande corruptela mesma do caráter de toda uma estrutura que se tenha a que colocar em xeque, para que não suceda vencer a boa intenção ou vontade daqueles que nascem para fazer germinar, e não colocar petróleo na terra. A mesma e velha questão de se querer a energia sutil, fazendo da alquimia quase de se tirar a peça indesejada, como a maçã que julgam podre dentro do cesto, a mais não saber, que justamente em grupos, devemos saber que o próximo será aquele que não julgamos, mas que quando se quer julgar, será o pretenso e falso juiz o primeiro a ser julgado. Posto quando estamos às claras, em lugares onde não há terrenos inóspitos em nosso ser, quando não preparamos a cama para um qualquer, quando não tecemos o capacitismo, nem o desejo de vingar algo que nem ocorrera de fato, quando pensamos ter sido traídos, e nem por isso o fomos, quando sequer alguém tenha cometido a falta que a imputamos a essa pessoa, isso demanda quiçá um esforço, mas se alguém já está colocad@ em citada organização, com toda a sua infraestrutura para agir, essa ação só será contida pela ação contrária, com a mesma força, sabedoria e arma necessária ao revide, pois só se combate uma ciência com a mesma modalidade da citada ciência e só se sabe de uma ordem quando se contraponha uma contra ordem, posto na premência da estratégia de uma vida, quando se tenha a esperança de consagrá-la à mesma vida, a morte ou o seu instinto, Thanatos, cede espaço para Eros, seu oposto, seu contrário, sua força maior, que vence o monstro e revela a esperança mesma em meio ao desespero daqueles que não perdem por esperar esse desfecho exato.
Por todas essas questões a palavra de ordem é: resiliência. Quando cremos ter todo o ferramental necessário e investimos para prejudicar outrem é aí que perdemos a contenda, pois fazemos o papel de nossos inimigos, pois para estes, se alicerçar em doutrinas específicas e artimanhas de papelão lavrado em dogmáticos recursos, só os farão sucumbir frente a expectativas frustradas, pois suas chances são restritas por vezes por um fator de tempo limitante, e de possíveis evitares futuros na conscientização de que seus vitimados pelas circunstâncias que esses agentes da maldade criam, possam sair do escopo de seus engodos e busquem o amparo no seu entorno imediato, quando justamente se apercebam que na realidade o que está em jogo é viver – ou não – uma tremenda ilusão de orquestra, que vai perdendo mais e mais suas forças à medida que vai-se investindo abertamente nas tentativas de fazer com que a vítima sucumba perante uma crise mental, uma estafa, uma recaída nos cigarros, ou o que seria mais grave ainda, uma queda de sua sobriedade etílica, o que colocaria em xeque de modo concreto sua saúde mental e daria carta branca para a vitória do inimigo, que mais não faria do que sobrenadar sobre os próprios “laureis da fama” por ter derrotado um guerreiro praticamente inquebrantável. Isso posto, nada demove a fé dos que creem afora suas doutrinas, afora suas regras e diante de um Deus que nada nem ninguém derrota e nem coloca em xeque a crença de um bom e grande devoto Dele...
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