Quando tudo era treva em nosso imo, éramos embrião diante de um nicho,
E Deus nos concedia a graça de sermos um ser, diante do qual o tempo tem um
limite,
Mas nas coisas do Universo cada planeta possui uma incomensurabilidade quase
eterna
Se comparada com a raça humana, e tudo o que nossa cultura se nos apresentou
Até que viéssemos ao mundo no desconforto do nascimento...
Descobrir cada tempo, cada intervalo, aquilo que é de Deus: a eternidade, supõe
no silogismo
De que todo o homem é mortal, até que a vida eterna nos diga em sua crença
Pelo viés de uma espiritualidade que se apreende conforme os ditames da
religião
Quando, no que menos esperamos, se nos caiba um parecer que faça nexo
Dentro da lógica não menos purista de que algo nos anima a carne!
Saberíamos, portanto, que nem tudo estaria perdido em um desastre
Porquanto as pedras que se acumulam, umas sobre as outras,
Sói recomporem-se nos momentos de calmaria, e mesmo tremores os mais duros
Não revelam a mesma realidade do sempre, pois o tempo eterno é um tempo
infinito
Que está e não está presente: existia antes, existe agora e para todo o
sempre...
quarta-feira, 1 de julho de 2026
A DESCOBERTA DO TEMPO ETENO
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