Mesmo que eu te veja e não te toque, tua carne, algo possa estar trêmula,
Não estará em minhas mãos, mesmo que não teças muita consideração a que estejas
afoita
Por saberes que em meus versos residem não a tua aparência de mulher de
concreto,
Mas simplesmente o ato verdadeiro que o toque não seria tão impossível assim...
Estás a jardas de quilômetros, invisível pela conveniência da distância, ainda
assim consinto em ver-te,
No que sabes que um muro real nos separará para sempre, e os vermes nos comerão
sem que tenhamos jamais nos tocado
Posto que o teu sexo sempre teve seus donos, e tuas mãos já tocaram a muitos
que te compartem todos os meses de tua vida...
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
SUPOR O INVISÍVEL TOQUE
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