sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Nos campos de concentração nazistas, a vida sexual não era algo permitido ou livremente vivido — pelo contrário, ela foi marcada por violência, coerção e exploração. O que acontecia de fato - Violência sexual sistemática: prisioneiros, especialmente mulheres, foram vítimas de estupros cometidos por guardas da SS e outros funcionários. Isso fazia parte da brutalidade cotidiana e da desumanização imposta pelo regime. - Prostituição forçada: em alguns campos, como Ravensbrück, mulheres foram obrigadas a trabalhar em bordéis criados pelos nazistas. Esses locais eram usados para “recompensar” prisioneiros homens de determinados grupos, mas sempre sob coerção das mulheres. - Separação e controle: homens e mulheres eram geralmente segregados, e qualquer relação íntima consensual era praticamente impossível. A SS controlava rigidamente os contatos e punia severamente qualquer tentativa de aproximação. Em resumo Não havia liberdade sexual nos campos de concentração. O que existia eram práticas de violência sexual e exploração institucionalizada, parte da política de terror e desumanização nazista. Relações afetivas ou sexuais espontâneas eram praticamente inviáveis nesse contexto. COPILOT.

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