quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

A LIBERDADE É A OBRA


Podemos supor estarmos crentes de não sermos,
Ao que se diga sermos tais que podemos,
Mas o certo é saber que o arbítrio não nos seja imposto,
Posto a colocação diante da vida seja apenas uma suposição...

A um sacrifício que nos suponha quiçá seja uma fase
De se saber que o viés de se ter nas mãos a mudança de algo substancial
Não nos nuble o querer de sermos mais do que um apanhado de carne
Pois que urgimos espiritualmente o serviço imaculado a Ele.

Esse Deus nos conforte, a quem queira na crença crer, tão somente,
Já que nos deu o caminho, consonante, em que as pedras fazem parte,
Caminhos com alma, conforme os consortes da bendição
O dizem em diversas culturas, quem seríamos se não fôssemos mescla?

E o que reza, na diatribe dos parlamentos, na acepção do que viria por adiante,
Em anos e anos de diásporas vis, quem sabe, as guerras não seriam realizadas,
Se porventura o fator humano apenas não nos diga o suficiente, e realmente não o é:
Seremos os diamantes de rocha não lapidada, como um carvão que não sofrera a pressão suficiente...

E o canto alquímico, a pedra filosofal seja a mesma liberdade dentro da libertação: o ato
Circunstante e crível de se colocar na balança duas medidas alvissareiras, uma do amor diante do outro,
Outra, a medida da nódoa que sobra, o fel que engolimos por vezes por ignorância
Ao não sabermos nos portar diante de nós mesmos quando repelimos o estar na consciência...

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