Há de vermos Santana em Woodstock, com seus atabaques e guitarras,
Qual profusão de tribos, em uma época onde as sementes para grandes musicistas
Foram geradas naquilo de experimentalismo do que veio a ser toda uma geração
Onde os EUA eram genuinamente um panorama da Contracultura.
Hoje, vemos o pop, uma classe musical, distinta, mais tranquila, bela no
entanto,
Mais industriosa, que empreende com Sting, U2 e outros, arrefecendo os ânimos,
As guitarras eletrônicas, os sintetizadores, a sincronia das tonalidades
musicais,
E onde se vê a mescla do pop e o surgimento já da IA como possibilidade
pungente da autoria...
Não há de se dizer tanto, de manhã ainda vemos rádios que revisitam os anos 70,
80 e 90,
Passando todos eles por uma história da cultura, e no lado de cá da indústria
da citada cultura
Reside o nosso samba, as nossas raízes, o nosso rock, a se tratar da
brasilidade, a nossa mpb,
À qual não fosse, hoje com a rede mundial o que se toca em Amsterdã ou na
Alemanha se escuta em toda a parte.
E muitos ritmos se mesclam, a mão humana não se ressente das boas eras musicais,
E antes o que era mais humano, a se repetir, não se nos baste, que escolhemos,
simplesmente,
E pela manhã por vezes a voz do pop parece ser meio andrógina, meio de sons
alternos,
Quem sabe o sucesso de gerações se encontre com um rap, que na velocidade de
segundos, já se torna “outro”!
quinta-feira, 23 de outubro de 2025
O POP DE MANHÃ
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