sábado, 18 de outubro de 2025

NO CALOR DO ASFALTO


Fecham as portas à uma no sábado que antecede uma futura noite,
A tarde promete que sucedam visitas inesperadas, com aquele afã de preparar
Algum sabá de outros lados, os espíritos algo sombrios, a erva queimando à surdina
O ritmo frenético de outra droga mais alva, quiçá o encontro do vício com o viciado
Ou mesmo o álcool que já prepara das suas, no entreter da embriagues do tédio.

As facções tecem seus divertimentos, quiçá cheguem pacotes nas rotas previstas
Onde caminhões distribuem desse sinistro alimento, aquilo que não se predisse
No caudal em que não esmoreça o perfil das gentes que só conseguem caminhar
Depois de fumarem uma pedra, e para isso estarão fazendo o jogo de nações
Que vinculam subversão ao tráfico, e imiscuem do Oriente, trazendo escravas amarelas para o sexo.

Aqueles que fogem, verão campos mais tranquilos, quem dera, em certos e inequívocos distritos
O padrão seria algo que tergiversa com a mais pura normalidade, enquanto em outros sítios
Ladrões corruptos se espalham como um cancro a mais não poder realizarem
O simples ato de serem honestos consigo mesmos, nos negócios que perfazem
No dia a dia onde os cães presos latem como quem é curiosamente agressivo...

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