Fecham as portas à uma no sábado que
antecede uma futura noite,
A tarde promete que sucedam visitas
inesperadas, com aquele afã de preparar
Algum sabá de outros
lados, os espíritos algo sombrios, a erva queimando à surdina
O
ritmo frenético de outra droga mais alva, quiçá o encontro do
vício com o viciado
Ou mesmo o álcool que já prepara das
suas, no entreter da embriagues do tédio.
As facções
tecem seus divertimentos, quiçá cheguem pacotes nas rotas
previstas
Onde caminhões distribuem desse sinistro alimento,
aquilo que não se predisse
No caudal em que não esmoreça o
perfil das gentes que só conseguem caminhar
Depois de fumarem
uma pedra, e para isso estarão fazendo o jogo de nações
Que
vinculam subversão ao tráfico, e imiscuem do Oriente, trazendo
escravas amarelas para o sexo.
Aqueles que fogem, verão
campos mais tranquilos, quem dera, em certos e inequívocos
distritos
O padrão seria algo que tergiversa com a mais pura
normalidade, enquanto em outros sítios
Ladrões corruptos se
espalham como um cancro a mais não poder realizarem
O simples
ato de serem honestos consigo mesmos, nos negócios que perfazem
No
dia a dia onde os cães presos latem como quem é curiosamente
agressivo...
sábado, 18 de outubro de 2025
NO CALOR DO ASFALTO
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