Escrevemos
em muitos cantos do saber, por vezes, e coisas como a pesquisa, “a toque de
caixa”, para se obter resultados a curto prazo, não demandaria muito com o que
seria a sociedade esperada, suas conjecturas, suas nuances, a placidez de se estar
com um pensamento mais conforme, mesmo com a correria do dia a dia, é um tipo
de contraponto que dista das tensões das cidades, suas neuroses, seus
problemas, suas linhas produtivas, ou mesmo o afã do comércio, como tanto se
tem visto nas grandes cidades, os engarrafamentos, as pessoas já embriagadas no
começo do dia, e diversos problemas com os quais a humanidade se debate, por
vezes logo no princípio das jornadas diárias. O regramento sob certos aspectos
pode parecer de uma compulsoriedade exagerada, mas para aqueles que precisam de
fato, a disciplina deve ser algo que não demande necessariamente hierarquias, ou
tipos de coisas no dia a dia, a não ser quando trabalhamos em estabelecimentos,
fábricas ou em serviços onde há chefes, e devemos nos subordinar às suas ordens
ou orientações. Por vezes queremos contestar os patrões, e em outras estaremos
lidando com os mesmos em estado de embriaguez ou adição de outras substâncias,
por vezes estaremos lidando com salários que não nos sejam ideais, mas vai
sempre ser ou sair de nossa conduta em sabermos dialogar com a classe patronal,
e reivindicar melhores condições, e para isso existem os sindicatos ou a
representação trabalhista.
O que
recorre no mundo atual é o fato de termos que cumprir metas que muitas vezes
são exageradas, no tempo que se espere para alcançá-las, pois certos patrões
demandam que produzamos mais do que as peças sejam suficientes na “esteira
produtiva...” A indústria deve ter seu tempo correlato, e sair por aí
enfeixando produtividades com resultados de produtos feitos imperfeitamente,
não condiz com a concorrência leal de mercado, pois os consumidores sempre vão
querer um bom produto, por um preço compatível, por isso existem os parques
fabris que deem conta de uma demanda, muitas vezes internacional, quando de
grandes conglomerados. O fato de se estabelecer padrões produtivos em plantas fabris
remonta que possamos receber know how de nações que se predisponham a
ajudar nesse sentido, bem como na logística de distribuição e marketing
dos produtos fabricados.
Assim
como na lógica mercadológica, precisamos nós, cidadãos de nosso tempo,
ausentarmo-nos de um aspecto “produtivo” em termos de que, nas horas vagas,
estejamos sempre tentando estabelecer conexões onde o smartphone seja apenas a
única via existencial que possuamos, pois será no aspecto de um retorno à placidez
da meditação, ao equilíbrio de nossas energias mais íntimas, de toda uma
contemplação em nós mesmos, da prece e etc, que poderemos recarregar nossas
baterias, e não agregando substâncias como as drogas e o álcool para que –
mesmo fora de nossas jornadas de trabalho – estejamos sendo influenciados pela
mesma roda viva que nos supre a questão vital que é, ela mesma, a preservação
de um estado mental saudável e pleno diante dos desafios que enfrentaremos nos
dias em que estamos em serviço. A tudo deve haver uma conformidade com um timer
que funciona espiritualmente, pois dando de nós mesmos para relações
aparentemente conflituosas e difíceis, jamais será entrando no jogo da droga
que sairemos da mesma “esteira produtiva” em que não daremos conta de produzir
que nos trará a serenidade existencial necessária para as nossas vidas.
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