Estarmos em harmonia não supõe exatamente sermos quem somos exatamente
Posto como na equalização de um cromatismo de um esquizofrênico em uma pintura
Por vezes a beleza tangencia o gênio goghiano, aquilo do ser, o nascimento da
escola expressionista,
Em uma Arles, onde o silêncio dos moinhos de vento de Cervantes demonstram quixotescamente
A busca do algo a mais do ser em si, não apenas se fazemos parte de uma força
maior
Apesar de sabermos que todo o soldado mais culto e ilustrado será sempre um
grande capitão...
O que ocorre, na realidade, por vezes é migrarmos de um certo ofício, para
sermos quase doutores na clínica humana
Que por vezes encerramos ser uma frente de que porventura o mundo virtual nos
aproxima de tal modo
Que o que em épocas anteriores se sentia acuado, hoje o sabe que a filosofia da
alcova de Sade
Não seria o mesmo tratado em que muitas mulheres realmente gostariam de
experimentar
Posto será no serviço do amor e do companheirismo algo de iguais
Que se revelam os pressupostos básicos de sermos mais fortes enquanto formos de
uma vitória, sempre em serviço...
E o que seria o tríptico, segurança, saúde e religião, resta sabermos que por vezes um capelão
O sabe ser de seu trabalho infundir o milagre da recuperação, na sua autoridade religiosa
Mesmo a sabermos que as designações de um sacerdócio podem estar somadas dentro do fato de sermos cidadãos do mundo
E que o trabalho pastoral frente a populações do Cristo, e do mesmo Deus que está dentro de cada ser
Compõem estruturas que se revezam na severidade de que porventura virarmos adultos
Quando, finalmente, redescobrirmos que a fé não é nosso lado infantil, nem propriamente ancião, pois faz parte de nosso ser essencial.
terça-feira, 14 de outubro de 2025
A CONSEQUENTE CAUSA DO SERVIÇO
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