Do tempo ao
tempo, um salto e um corte,
Logicamente não seria propriamente
a lógica da loja
Mas que, entre réguas e compassos medimos
latitudes da cultura…
Entre sãos, psicóticos e
neuróticos, vertemos algo de premissas
A que, na certeza, os
que são sãos são sãos e os que não são não são?
Organizações
frigem os ovos dos incautos, e o falo não é o pênis, mas por vezes
a castração da existência do ser.
Sanders Peirce já
pressentia algo além da lógica, mas Lacan, enquanto isso, no tempo
outro de uma história não linear
Verteria no apocalíptico
mundo de Umberto Eco a pressuposição de que o Batman fosse outra
recordação infantil presente em metáforas do imaginário do
inconsciente quase coletivo…
Aqueles números que
aspergimos contra predicados da lógica elementar, ou mesmo a
Doutrina do Ser de Hegel, quem sabe seríamos mais em um
sabá?
Huizinga, um torto enigma, do Ludens ao Homem
Neandertal, ou mesmo o Pitecantropos Ereto.
Não que não
tenhamos tempo, quiçá eu te encontraria em minha linha temporal no
intervalo das outras mensagens, na forma em que me dispusestes, não
mais do que isso, a espera do que não existas, posto nesta lógica
não existiria predicativos antigos que não se veriam além mesmo
disso tudo…
Do que fostes a crônica, ou algo que em
teus substratos vítreos eu jamais conhecerei, sinto que sou apenas
um escritor.
segunda-feira, 28 de julho de 2025
POESIA QUE NÃO ENCERRA UM TEMPO LÓGICO
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