segunda-feira, 28 de julho de 2025

POESIA QUE NÃO ENCERRA UM TEMPO LÓGICO


Do tempo ao tempo, um salto e um corte,
Logicamente não seria propriamente a lógica da loja
Mas que, entre réguas e compassos medimos latitudes da cultura…

Entre sãos, psicóticos e neuróticos, vertemos algo de premissas
A que, na certeza, os que são sãos são sãos e os que não são não são?

Organizações frigem os ovos dos incautos, e o falo não é o pênis, mas por vezes a castração da existência do ser.

Sanders Peirce já pressentia algo além da lógica, mas Lacan, enquanto isso, no tempo outro de uma história não linear
Verteria no apocalíptico mundo de Umberto Eco a pressuposição de que o Batman fosse outra recordação infantil presente em metáforas do imaginário do inconsciente quase coletivo…

Aqueles números que aspergimos contra predicados da lógica elementar, ou mesmo a Doutrina do Ser de Hegel, quem sabe seríamos mais em um sabá?

Huizinga, um torto enigma, do Ludens ao Homem Neandertal, ou mesmo o Pitecantropos Ereto.

Não que não tenhamos tempo, quiçá eu te encontraria em minha linha temporal no intervalo das outras mensagens, na forma em que me dispusestes, não mais do que isso, a espera do que não existas, posto nesta lógica não existiria predicativos antigos que não se veriam além mesmo disso tudo…

Do que fostes a crônica, ou algo que em teus substratos vítreos eu jamais conhecerei, sinto que sou apenas um escritor.

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