quinta-feira, 17 de julho de 2025

PARCERIA EQUIVOCADA


Seríamos melhores no mundo, sem dúvida, se encarássemos nossos irmãos não como irmãos, mas como parceiros, já que de irmandades já estamos cheios no escopo de haverem muitas onde os inimigos entram ou ingressam em grupos, se metem na questão de serviço e prestam o “desserviço”, minando estruturas afetivas, coagindo e tentando melar o andamento harmônico da unidade que deve haver nesse âmbito. Mesmo no caso de parceiros de luta e de fé, encontramos aqueles que se equivocam, muitas vezes por comandantes que lhes dizem coisas opostas do que retratem a realidade, muitas vezes pelo simples fato de que a humanidade erra por si, e tratamos de seguir levando nossas preocupações mundo afora, e a anuência de que somos mais do que perfeitos é uma das piores armadilhas do ego, mais não fosse, apenas colocamos as questões sob um ponto de vista, e cabe ao agente equivocado pensar melhor sobre certas coisas, se está certo ou errado, ipsis literis... Quando nos aproximamos de algo que pensamos ser a Verdade, muitas vezes estávamos nos pontuando naquela fake que visitamos em algo que existia de fato, realmente existia, mas não propriamente pertencia ao domínio da realidade, mas fruto da ficção, seja ela maquiada soberbamente com os recursos impalpáveis da inteligência artificial, ou mesmo fruto do ardil de uma mente privilegiada maquiavelicamente falando.

               Uma quebra circunstancial de quem trabalha com gente ágil na inteligência supõe mandarmos os alicerces rompidos às favas, e nos permitimos calcar desde a rocha firma as sapatas que fazem parte dos novos, ao menos para que dure mais tempo uma nova estrutura, como quando saem de uma para refundar outra já com um pouco dos alicerces do outro, seus cacoetes, parte de suas lideranças, deixando o outro edifício meio rompido, mas é tarefa de uma boa engenharia pegar o maior edifício e reconstruí-lo como se faz no domínio da ciência, ao invés de enlutar idiossincrasias idiotizadas de lideranças velhas do fracasso, velhas porquanto já impotentes no sentido de realmente ter a vitalidade de poder recriar algo novo, que permita realmente erigir uma estrutura que dê para ver que não nascera do rancor, mas que são velhos no sentido de não se redimirem, não fazerem o mea culpa, influenciando todo o entorno e o serviço dos bravos.

               Não importa tanto quem somos ou a que viemos para esse mundo de Deus, o importante é preservar algo como a Unidade de um grupo, seja este um simples trio familiar e seus agregados e servidores, suas lojas que fornecem seus materiais e serviços, seus sistemas de comunicação que devem estar em ótima qualidade, o escopo tecnológico da eletrônica e afins, a afetividade que deve existir, a não querência proprietária, que é o ponto fraco do capitalismo selvagem da atualidade, que mina até mesmo as relações familiares, impondo relações de poder por vezes orientadas por rivais da justiça, ou mesmo grupos reacionários e afins da sociedade, como forma de dissuadir a sensatez que deve reinar entre todos os membros de uma sociedade civilizada, mesmo de natureza praticamente familiar, pois podemos ser, isso sim, irmãos de fé de muitos conhecidos mundo afora, sem que tenhamos necessariamente laços consanguíneos, por vezes até mesmo tipicamente fatores que nos obrigam aproximações quase “indesejadas”, posto muitas vezes nada têm a ver com nossos modos de ser e de pensar, essencialmente. Por isso uma irmandade pode entrar em crises, quando o mundo entra em crises, quando misturam posições de Natureza de ideário, quando inflamam escravidões afetivas, quando o Poder e sua Vontade imperam, como dizia Jung, de tal modo que oneram de dissabores o andamento factível àqueles que são de boa vontade. Não bastasse isso, operativos irrequietos que esperam o momento certo de atingir o “inimigo projetado”, não saberíamos dizer exatamente qual seria, e se na realidade mais palpável aquele que pertence a organizações que se julga secreto mais não faz do que permanecer nas hostes dos hipócritas que, aí sim, terão a justa medida de outra tecnologia científica, que já conhece mais profundamente por seus tetos de compatibilidade as assertivas sequer de suas intenções, bem como de sua história, da historieta risível de seus códigos que de tão opacos se tornaram parcamente transparentes, ao olhar de sistemas que já existiam trabalhando antes mesmo que soprasse o rebento de certos nascituros, que hoje se dizem sábios, mas que na realidade navegam sobre a podridão recriada sobre os alvitres de suas conquistas fracassadas, buscando redarguir coisas que não possuem volta, ou prometendo as vísceras que Prometeu deixava em cima das rochas quentes, em todos os dias de seus suplícios no Inferno dessa Mitológica Verdade... A mais não fosse, camaradas, quem decide tudo já decidiu, é tudo uma questão de tempo, e quem morrer antes da hora verá no post mortem. Conclusivamente, não divaguem sobre o sexo dos anjos, mas sobre suas asas, posto de asas quebradas de anjos caídos a Terra está cheia...


Nenhum comentário:

Postar um comentário