Seríamos melhores no mundo, sem
dúvida, se encarássemos nossos irmãos não como irmãos, mas como parceiros, já
que de irmandades já estamos cheios no escopo de haverem muitas onde os
inimigos entram ou ingressam em grupos, se metem na questão de serviço e
prestam o “desserviço”, minando estruturas afetivas, coagindo e tentando melar
o andamento harmônico da unidade que deve haver nesse âmbito. Mesmo no caso de
parceiros de luta e de fé, encontramos aqueles que se equivocam, muitas vezes
por comandantes que lhes dizem coisas opostas do que retratem a realidade,
muitas vezes pelo simples fato de que a humanidade erra por si, e tratamos de
seguir levando nossas preocupações mundo afora, e a anuência de que somos mais
do que perfeitos é uma das piores armadilhas do ego, mais não fosse, apenas colocamos
as questões sob um ponto de vista, e cabe ao agente equivocado pensar melhor
sobre certas coisas, se está certo ou errado, ipsis literis... Quando nos aproximamos de algo que pensamos ser a
Verdade, muitas vezes estávamos nos pontuando naquela fake que visitamos em algo
que existia de fato, realmente existia, mas não propriamente pertencia ao
domínio da realidade, mas fruto da ficção, seja ela maquiada soberbamente com
os recursos impalpáveis da inteligência artificial, ou mesmo fruto do ardil de
uma mente privilegiada maquiavelicamente falando.
Uma
quebra circunstancial de quem trabalha com gente ágil na inteligência supõe
mandarmos os alicerces rompidos às favas, e nos permitimos calcar desde a rocha
firma as sapatas que fazem parte dos novos, ao menos para que dure mais tempo
uma nova estrutura, como quando saem de uma para refundar outra já com um pouco
dos alicerces do outro, seus cacoetes, parte de suas lideranças, deixando o
outro edifício meio rompido, mas é tarefa de uma boa engenharia pegar o maior
edifício e reconstruí-lo como se faz no domínio da ciência, ao invés de enlutar
idiossincrasias idiotizadas de lideranças velhas do fracasso, velhas porquanto
já impotentes no sentido de realmente ter a vitalidade de poder recriar algo
novo, que permita realmente erigir uma estrutura que dê para ver que não
nascera do rancor, mas que são velhos no sentido de não se redimirem, não
fazerem o mea culpa, influenciando todo o entorno e o serviço dos bravos.
Não importa
tanto quem somos ou a que viemos para esse mundo de Deus, o importante é preservar
algo como a Unidade de um grupo, seja este um simples trio familiar e seus
agregados e servidores, suas lojas que fornecem seus materiais e serviços, seus
sistemas de comunicação que devem estar em ótima qualidade, o escopo
tecnológico da eletrônica e afins, a afetividade que deve existir, a não querência
proprietária, que é o ponto fraco do capitalismo selvagem da atualidade, que
mina até mesmo as relações familiares, impondo relações de poder por vezes
orientadas por rivais da justiça, ou mesmo grupos reacionários e afins da sociedade,
como forma de dissuadir a sensatez que deve reinar entre todos os membros de uma
sociedade civilizada, mesmo de natureza praticamente familiar, pois podemos
ser, isso sim, irmãos de fé de muitos conhecidos mundo afora, sem que tenhamos
necessariamente laços consanguíneos, por vezes até mesmo tipicamente fatores
que nos obrigam aproximações quase “indesejadas”, posto muitas vezes nada têm a
ver com nossos modos de ser e de pensar, essencialmente. Por isso uma irmandade
pode entrar em crises, quando o mundo entra em crises, quando misturam posições
de Natureza de ideário, quando inflamam escravidões afetivas, quando o Poder e
sua Vontade imperam, como dizia Jung, de tal modo que oneram de dissabores o
andamento factível àqueles que são de boa vontade. Não bastasse isso, operativos
irrequietos que esperam o momento certo de atingir o “inimigo projetado”, não
saberíamos dizer exatamente qual seria, e se na realidade mais palpável aquele
que pertence a organizações que se julga secreto mais não faz do que permanecer
nas hostes dos hipócritas que, aí sim, terão a justa medida de outra tecnologia
científica, que já conhece mais profundamente por seus tetos de compatibilidade
as assertivas sequer de suas intenções, bem como de sua história, da historieta
risível de seus códigos que de tão opacos se tornaram parcamente transparentes,
ao olhar de sistemas que já existiam trabalhando antes mesmo que soprasse o
rebento de certos nascituros, que hoje se dizem sábios, mas que na realidade
navegam sobre a podridão recriada sobre os alvitres de suas conquistas
fracassadas, buscando redarguir coisas que não possuem volta, ou prometendo as
vísceras que Prometeu deixava em cima das rochas quentes, em todos os dias de
seus suplícios no Inferno dessa Mitológica Verdade... A mais não fosse,
camaradas, quem decide tudo já decidiu, é tudo uma questão de tempo, e quem
morrer antes da hora verá no post mortem.
Conclusivamente, não divaguem sobre o sexo dos anjos, mas sobre suas asas,
posto de asas quebradas de anjos caídos a Terra está cheia...
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