segunda-feira, 28 de julho de 2025

O ACRESCIDO VALOR DO NADA


                Pareceria substância inequívoca do mercado falarmos em redes sociais e seus respiros afetivos, algo que desse sustentação ao ritmo alucinado da compra e da venda, da troca e dos interesses geopolíticos, dos suprassumos partidários de alcova, ou quem sabe da relação refratária e anódina que existe no mundo mercenário da aurora dos tempos que já estão por aqui, nessa relação fria e consubstanciada pelo nada, de per si, para o outro que ninguém jamais conheceu... Males mentais, dor, calor, frio, perda do apetite, gonorreia, drogas, álcool, prostituição, falecimento moral? Nada disso: escopo da normalidade, moeda sonante de troca, interesse, mercado. Tudo se tira do lucro, inclusive a miséria, ou as ONGs que dela sobrevivem! Mesmo que saibamos que a vida é dura abaixo da linha do Equador, podemos crer que acima é cruenta e déspota igualmente, e que de Greenwich até toda a volta do planeta chegamos no marco zero em que não retificaremos engrenagens, pois estas já estão dispostas no tabuleiro do planeta. Sem que tirássemos amores reflexos, o amor que não tiramos nem estava sobre mesas ou nas gôndolas de uma loja qualquer. As tatuagens estão por aí, como sombras fetichistas por dentro das calcinhas, ou nos cetros de príncipes dos Capitães da América.

                Estranha nódoa volatiliza no tempo, e antes o que era uma moeda chamada dólar, agora felizmente há um novo banco mundial, chamado Brics. Nova moeda, caros amigos, e quanto a essa roda histórica, nada há a decrescer, mutilar, ou raspar do tacho corrupto, pois essa corruptela jurídica deixemos para as moedas antigas, ou mesmo o falimentar Euro. Como um emplastro embebido em miasmas, vemos a decadente civilização Ocidental mortalmente ferida, se remediar de suas próprias sombras, nas tentativas derradeiras de tentar o indescritível superar-se a si mesma com subterfúgios de guerras ou fracassados ímpetos de sucesso de meios quase transparentes, na sua índole subversiva de outrora, quando o imperativo do citado fracasso é justamente minar o crescimento financista alternante mundial com boicotes e represálias em climas de guerras comerciais, no frenesi quase atômico de um bicho grande e branco, de topete amarelo. Nada a ver com fantasias, mas sim com a realidade pungente, sobrescrita no semblante dos simpatizantes, na grande máfia de cor azul que se torna o viés da permissividade das drogas e suas afinidades imorais, mesmo sendo apenas na ponta da gravidade as construtoras e seus interesses outros, qual não fossem essa especulação desenfreada que faz do bom senso um circo de marionetes. O que se importa de logística e tarimba do primeiro mundo, especialmente da Itália mais não seja a predisposição do fascismo imperante, a derrocada moral de todo um continente velho, e a corruptela organizada das organizações criminosas e todo seu arsenal tecnológico-operativo... Vemos uma metrópole como São Paulo no mesmo andamento, com seus requintados vislumbres burgueses reacionários, como se fosse possível que a pretensão de pegar a Presidência no próximo pleito pudesse ser algo possível frente à subserviência de certos capatazes capitalistas de terceiro mundo cosmopolita, ao imperialismo Ianque de frentes inusitadas e previsíveis, no cetro de ferro amolecido pela impotência moral de seus mandatários.

                E segue a carruagem, dentro do suposto invisível, a moeda corrente é a quebra afetiva, o jogo da corruptela de caráter, o fascismo e suas meninas treinadas, as ciagirls, os andamentos de que o que pensava fora aquilo que de estável poderia suceder aos bons de espírito, não fosse o mesmo inferno a que serão submetidos quando da derrota moral e política de seus atos, diuturna, e nas frequências de suas próprias e “encaixadas” posições. A carruagem possui cavalos bravios, e o povo brasileiro tem a força e o poder de seus votos, e a eminente figura de seu Presidente, o chefe maior do Estado Brasileiro, Lula. Acrescidos de coragem, não devemos tergiversar contra nossa pátria e seus andamentos, pois somos uma nação soberana e inclusiva, sem tirar nem pôr, pois por andamentos de reflexão sobre o que nos faz agir dentro de nosso território, temos por base ser um país que ainda pensa nos Direitos Humanos, acredita na vacinação gratuita das massas, e não tergiversa com golpistas que mais não fazem do que solapar a boa ventura de respirarmos serenamente as brisas libertárias de uma democracia ampla no país. 

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