segunda-feira, 21 de julho de 2025

A GRANDE METÁFORA DA GRADE


Passa-se o tempo, e únicos seres nos povoem, qual chistes
Ou óvulos premiados pelo sêmen de alfas
Posto não seriam as crias da aurora os mesmos dias
Em que ruidosamente consumiriam os mentores dos crimes
Todos os dias suas influências politicamente corretas?

E que as prisões se nos fechem, quais abutres que nos olham
Por entre olhares dos mesmo corvos de Poe em que, jamais,
Mesmo no trocadilho de outras palavras vãs e vis
Não fossem a aurora da bondade, mas os píncaros da glória
Quando um homem tem que pedir licença à justiça para poder existir...

Sequer tente homem, posto a alemã ou a oriental veterana da SS
Mais não fazem do que colocar o emblema da palavra amor
Naquilo que hipocritamente fazem em suas limpas relações
Quando se imiscuem e partem para fazer de suas carreiras solos
O uso da erva ocultamente, como se o que chamam de Poder Superior não fosse testemunha!

Na alternativa outra, há outras contratadas para seduzir agentes
Para que suas máfias estejam de acordo com a lavagem do dinheiro
De toda a droga que chega em determinado sítio, mas isso não seria mera suposição, não é mesmo, companions?

Lidar com o escravagismo afetivo, evadir de um grupo alicerçado, uma agente federal, pertencente à mesma máfia maoísta
Qual não fosse a SS secreta das TIs de garagem, coisa que não podemos provar, posto as câmeras não são celebradas pelo fisco
Mas que nas bases tremendas de uma constituição federal
Reside a alma de uma democracia que esteja de acordo com um Governo Popular à altura de sua estatura moral...


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