quinta-feira, 1 de outubro de 2026

OS PORQUÊS SÃO COERENTES?


                Tanto nos perguntamos, tanto nos inquirimos, que por vezes nos sufocamos – paradoxalmente – com a ausência de respostas... Por que somos os tais, se na realidade somos ou fazemos parte de uma manada que quer apenas partir para a defesa de argumentações que cremos lógicas, fundamentando nossos juízos nas aparências: se temos uma família ilibada, se somos ou não egoístas, não nos relacionamos com nossas imperfeições, se somos belos, feios ou loucos, descartáveis ou permanentes nas lápides de nosso futuro, quem saberia mais, senão os porquês que endereçamos à nossa própria permanência no mercado, nossa veia capitalista mais profunda, o que poderemos fazer, finalmente, com os nossos ganhos, nem sempre honestos? A virada da chave é saber que o homem encontra dilemas mais notórios do que seu simples encontro com a realidade, e saber-se digno ou não vale o que pesa na balança de seu lado mercenário e sombrio... A fé de um homem se mede pela chama de sua vela, e o sopro de um pobre diabo a pode extinguir de uma hora para outra, e para isso vale sentirmos o peso de encontrar o Salvador na medida em que a hora citada seja para evitarmos um vício, a aproximação que não seja em um bom serviço, a suplementação de uma vitamina que se chama: querer dar o nosso melhor, sem dignar-se a prêmios, ou a sustentações equivocadas do ego.

                Dúvidas ensombrecem sobremodo grupos e mais grupos, dentro de uma coletivização agigantada das sociedades, da França ao Nepal. Passamos por uma Alemanha meio que dividida, por um EUA na beira de um colapso nervoso, por uma América Latina observando e sofrendo retaliações do Império. Inquietações à parte, o que fica na pauta são as questões relativas ao humanismo necessário, sem termos que pensar na cosmética gerada na IA e seus propósitos elementares de controle, não apenas populacional, como na influência diretamente vinculada aos órgãos midiáticos. O panorama social agradeceria muito se as eleições fossem diretamente ao ponto, escolhesse aquele candidato que fala mais alto ao povo brasileiro, ou seja, aquele que vem trabalhando suas políticas públicas nesse sentido, combatendo o que é necessário e defendendo os direitos dos trabalhadores do Brasil. A fala necessária, nesse sentido, é urgir para retomar forças e romper as amarras do ostracismo, partindo para a ação peremptória, e clamar para que o sagrado emerja da escolha dos homens de bem...

                A continuidade de uma agenda política há que ser mantida à toda a prova, e dar vasão a pressupostos ideológicos da extrema direita não frutificará em manter girante a roda da renovada questão da citada continuidade, se nos projetos desenvolvimentistas nacionais a coisa ficar desconstruída, e precisarmos e mais e mais reconstrução depois de um governo que tende a privatizar os setores estratégicos, conforme as promessas a se fazerem cumprir se o mandato que se prima por essas questões for vitorioso. Não há aliança política com certos países do primeiro mundo, que mais não fazem por cobiçar a nossa Amazônia, entre outros sítios sagrados e nossos minerais e riquezas, que quase brotam à flor da terra. Mais não fosse, que e imagem de Nossa Senhora Aparecida abençoe o nosso país, como uma mãe imaculada, como geratriz da nossa fé, algo sui generis, fruto do nosso encontro com o símbolo sagrado da religião com o poder de se ter algo a mais em se pensar a respeito do muito que ainda não se cometeu.

                Há porquês que ficam no ar, há reprimendas casuísticas, há candidaturas e chefes de estado que não se conformariam com certos resultados eleitorais, e devemos com isso revidarmos com a soberania pétrea em que Deus nos confiou toda uma pátria para tal. Independentemente do Poder dos Impérios sobre a face da Terra, não devemos temer os países ricos que nos auxiliarem em nosso processo desenvolvimentista, mas sim aqueles usurpadores de nossas riquezas e geradores de desequilíbrios monumentais em nosso modo de ser enquanto nação, pois não haverá ciência financeira, e nem movimentos em favor de deixar-nos eternamente em desenvolvimento, nas relações como colônias e metrópoles, que resolveremos as questões particulares de nos tornarmos independentes de fato, não apenas como celeiro do mundo, mas como país que pode sim desenvolver a sua tecnologia e serviços elementares à sua população, baseando-se na sua educação como mola propulsora de vida e trabalho, formando profissionais e técnicos à altura de capacitação internacional, como esfera, estrutura e substância nacionais...

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