Tanto
nos perguntamos, tanto nos inquirimos, que por vezes nos sufocamos –
paradoxalmente – com a ausência de respostas... Por que somos os tais, se na
realidade somos ou fazemos parte de uma manada que quer apenas partir para a
defesa de argumentações que cremos lógicas, fundamentando nossos juízos nas
aparências: se temos uma família ilibada, se somos ou não egoístas, não nos
relacionamos com nossas imperfeições, se somos belos, feios ou loucos,
descartáveis ou permanentes nas lápides de nosso futuro, quem saberia mais,
senão os porquês que endereçamos à nossa própria permanência no mercado, nossa
veia capitalista mais profunda, o que poderemos fazer, finalmente, com os
nossos ganhos, nem sempre honestos? A virada da chave é saber que o homem
encontra dilemas mais notórios do que seu simples encontro com a realidade, e
saber-se digno ou não vale o que pesa na balança de seu lado mercenário e sombrio...
A fé de um homem se mede pela chama de sua vela, e o sopro de um pobre diabo a
pode extinguir de uma hora para outra, e para isso vale sentirmos o peso de
encontrar o Salvador na medida em que a hora citada seja para evitarmos um vício,
a aproximação que não seja em um bom serviço, a suplementação de uma vitamina
que se chama: querer dar o nosso melhor, sem dignar-se a prêmios, ou a
sustentações equivocadas do ego.
Dúvidas
ensombrecem sobremodo grupos e mais grupos, dentro de uma coletivização
agigantada das sociedades, da França ao Nepal. Passamos por uma Alemanha meio
que dividida, por um EUA na beira de um colapso nervoso, por uma América Latina
observando e sofrendo retaliações do Império. Inquietações à parte, o que fica
na pauta são as questões relativas ao humanismo necessário, sem termos que
pensar na cosmética gerada na IA e seus propósitos elementares de controle, não
apenas populacional, como na influência diretamente vinculada aos órgãos
midiáticos. O panorama social agradeceria muito se as eleições fossem diretamente
ao ponto, escolhesse aquele candidato que fala mais alto ao povo brasileiro, ou
seja, aquele que vem trabalhando suas políticas públicas nesse sentido,
combatendo o que é necessário e defendendo os direitos dos trabalhadores do
Brasil. A fala necessária, nesse sentido, é urgir para retomar forças e romper
as amarras do ostracismo, partindo para a ação peremptória, e clamar para que o
sagrado emerja da escolha dos homens de bem...
A
continuidade de uma agenda política há que ser mantida à toda a prova, e dar
vasão a pressupostos ideológicos da extrema direita não frutificará em manter
girante a roda da renovada questão da citada continuidade, se nos projetos
desenvolvimentistas nacionais a coisa ficar desconstruída, e precisarmos e mais
e mais reconstrução depois de um governo que tende a privatizar os setores
estratégicos, conforme as promessas a se fazerem cumprir se o mandato que se
prima por essas questões for vitorioso. Não há aliança política com certos
países do primeiro mundo, que mais não fazem por cobiçar a nossa Amazônia, entre
outros sítios sagrados e nossos minerais e riquezas, que quase brotam à flor da
terra. Mais não fosse, que e imagem de Nossa Senhora Aparecida abençoe o nosso
país, como uma mãe imaculada, como geratriz da nossa fé, algo sui generis,
fruto do nosso encontro com o símbolo sagrado da religião com o poder de se ter
algo a mais em se pensar a respeito do muito que ainda não se cometeu.
Há porquês
que ficam no ar, há reprimendas casuísticas, há candidaturas e chefes de estado
que não se conformariam com certos resultados eleitorais, e devemos com isso
revidarmos com a soberania pétrea em que Deus nos confiou toda uma pátria para
tal. Independentemente do Poder dos Impérios sobre a face da Terra, não devemos
temer os países ricos que nos auxiliarem em nosso processo desenvolvimentista, mas
sim aqueles usurpadores de nossas riquezas e geradores de desequilíbrios
monumentais em nosso modo de ser enquanto nação, pois não haverá ciência
financeira, e nem movimentos em favor de deixar-nos eternamente em desenvolvimento,
nas relações como colônias e metrópoles, que resolveremos as questões particulares
de nos tornarmos independentes de fato, não apenas como celeiro do mundo, mas
como país que pode sim desenvolver a sua tecnologia e serviços elementares à
sua população, baseando-se na sua educação como mola propulsora de vida e
trabalho, formando profissionais e técnicos à altura de capacitação internacional,
como esfera, estrutura e substância nacionais...
Nenhum comentário:
Postar um comentário