sexta-feira, 20 de março de 2026

PIEDADES AUSENTES


Clamam vozes resilientes, gritam esbravejando em silêncio, quando não éramos tais
Que supomos fôssemos distintos daqueles que perfazem os horizontes das gentes...

Ósculos, fremência, furtivos gestos, quem diria, sermos seres alternos do ultimato
Que é proferido em cada sentença, nos períodos de um dia a dia, sempiternos desafios.

Supondo que em nossas veias corram antigas profecias, supondo que escrituras relidas
Saibam um tanto menos do que a tecnocracia pop de vanguarda descabida e descartável...

Mal saberiam os mortais de tenência discreta, que a veracidade de seus atos perante nosso mundo
Não tergiversa com sonantes desatinos, com o ouro que encapsula os diamantes africanos e nem o seu sofrer das gentes.

Jung, o sábio, nos falaria do segredo de uma flor chinesa, ouro mandálico, a cidade de nove portões,
Ou, quem sabe, Freud antes revelasse que em cada compulsão revelasse a projeção dos cartilhescos de plantão...

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