Que estranha TI cumpre com informações e dados, que se faça uma IA maior e mais
robusta
Posto na querência dos enganos, Deus não jogaria dados, qual não fosse, uma
simples folha ao vento
Quiçá fosse um detalhe da Natureza, quiçá um aviso ou um sinal,
Ou mesmo o marulho do mar distasse tanto de um smartphone, quanto de seu
gravador estar silenciando em nossa pátria
As frentes que poderiam gravar o som da Criação, ou melhor seria, talvez, os glúteos
torneados de uma carne febril...
Muitos são os dados da situação, e talvez consigamos o um, talvez o seis, não
importa, pois temos
Ainda os quatro no entrementes...
Quem dera Einstein não fosse tão vivo, e sua palavra vivesse mais e melhor em
sua Teoria,
Quem sabe a matemática dos astros não fosse mais antiga do que o sapiens,
Quem diria os nomes do altíssimo, e a mais não fosse, o enigma de um profeta
Não interpretasse questões maiores, daquilo que é e está por vir,
Quanto o de se dizer, ora, ouvireis estrelas, mas daquelas que ainda estão no
firmamento: firmes!
Por onde andaram as bocas das mulheres, por quais bocas andaram,
Se em seus dados, já meio anasalados, não perfuram os botequins
E seguem por outros vícios, os vícios de não suportarem a Verdade, por vezes,
Ou, em outras, apenas cumprirem seus coitos secretos...
segunda-feira, 23 de março de 2026
DADOS VICIADOS
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