segunda-feira, 23 de março de 2026

DADOS VICIADOS


Que estranha TI cumpre com informações e dados, que se faça uma IA maior e mais robusta
Posto na querência dos enganos, Deus não jogaria dados, qual não fosse, uma simples folha ao vento
Quiçá fosse um detalhe da Natureza, quiçá um aviso ou um sinal,
Ou mesmo o marulho do mar distasse tanto de um smartphone, quanto de seu gravador estar silenciando em nossa pátria
As frentes que poderiam gravar o som da Criação, ou melhor seria, talvez, os glúteos torneados de uma carne febril...

Muitos são os dados da situação, e talvez consigamos o um, talvez o seis, não importa, pois temos
Ainda os quatro no entrementes...

Quem dera Einstein não fosse tão vivo, e sua palavra vivesse mais e melhor em sua Teoria,
Quem sabe a matemática dos astros não fosse mais antiga do que o sapiens,
Quem diria os nomes do altíssimo, e a mais não fosse, o enigma de um profeta
Não interpretasse questões maiores, daquilo que é e está por vir,
Quanto o de se dizer, ora, ouvireis estrelas, mas daquelas que ainda estão no firmamento: firmes!

Por onde andaram as bocas das mulheres, por quais bocas andaram,
Se em seus dados, já meio anasalados, não perfuram os botequins
E seguem por outros vícios, os vícios de não suportarem a Verdade, por vezes,
Ou, em outras, apenas cumprirem seus coitos secretos...

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