terça-feira, 26 de agosto de 2025

Exemplos de uso em investigações: Análise de chamadas e mensagens: A polícia pode construir um grafo com base em quem ligou para quem, com que frequência e em que horários. Geolocalização: Dados de GPS ou torres de celular podem mostrar que dois suspeitos estavam no mesmo local ao mesmo tempo. Redes sociais e aplicativos: Interações em apps como WhatsApp, Telegram ou Instagram também podem ser mapeadas. Identificação de líderes: O grafo pode revelar quem é o “nó central” — ou seja, o indivíduo com mais conexões, que pode ser o líder de uma organização criminosa. COPILOT.

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