Qual
posição indissolúvel, é aquela onde a mensagem é um meio que se traduz na não
distância, enquanto outras é um tempo que separa quase território-afetivamente
dois indivíduos, na questão da espera, na questão da concordância ou não em sua
modalidade efetiva, esse estranho parecer intuitivo, a máquina, o objeto, o
fato de não sermos bem aquilo de identidade mais substancial, as telas e sua
relação bioquímica cerebral de estímulos através de insights e da aventura nem
sempre auspiciosa da ingerência da dopamina como droga que possuímos à mão no
contato com o display... Qual não fora, as relações de risco com substâncias
químicas que podem entrar no processo, seja em home office, seja em um simples
encontro casual antes de beber, ou mesmo de conversar em um café. O fim de
semana prepara, algures, algo a se fazer a respeito, quando abraça nesse
aspecto o hedonismo narcisista, e a ingesta de massageadores do ego falso,
quando no pressuposto idiotizante de um careta a coisa destoa pelo ritmo
pipocado pelos botões dos celulares e laptops, que muitos carregam na algibeira
e que fazem parte da esteira produtiva para se atingir metas ou alvos.
A
separação não existe porquanto nem todos vivem a “Cabana Digital” de Toffler,
ou mais suscintamente em um mundo onde tudo que aconteça venha a passar pelas
demandas dessa Natureza. O tosco vira por vezes um mundo tomado por inúmeras
classes, materialmente falando, e a esfera digital passa por algo similar, quando
rotinas de programação se orientam em direção a objetos e classes, em um tipo
de comportamentalismo de inteligência na lógica da programação que assume vulto
próprio, perfazendo sui generis o que se dá na esfera humana, na acepção crua
de tarefas administrativas ou operacionais, em diversos comandos, hierarquização
de atividades e até mesmo na questão de existencialismo reflexo, quando a parafernália
de diversos setores, áreas e categorias sociais fazem parte da rotina de um
sistema objetal, onde a qualidade humana é mero apêndice. A coisa em si vira
parte do artifício, ou seja, o comportamentalismo vira moeda de troca, onde o
que mais se quer é estar na faixa da normalidade, nem que para isso tenha-se
que vestir as roupas que só servem para uma semana, a não ser que sejamos a
próxima personalidade da hora daqui e cinco minutos, ou que nosso fantoche
digital nos permita navegar diante de uma ilha da fantasia... O que se tem não
é sequer sacado no banco, e o que não se tem é tirado antes de chegar a realidade
oca de um ser humano na rua. E os dejetos da sociedade de consumo se depositam
nos sacos, e estes são vasculhados por mãos sedentas, em uma febril garimpagem
insalubre que no mais das contas servirá para se comprar a droga de
preferência...
O que
gira é um capital de superfície, no mercado de consumo mais imediato, e quantias
faraônicas são negociadas todos os dias sobre os costados da carestia econômica
de imensas faixas de cidadãos no escopo global
Quando se postula que tal ou qual ser humano estaria sendo uma personalidade que muitos creem ser crível de se acreditar estar manifesta no mundo, o que se entende na questão da expressão desse homem pode não ir de encontro com a organização a que pertença o postulante, no que se infira que quebrando os tabus e a própria construção de outrem a respeito da personalidade que ditem requerer diante de si para quem, em contrapartida, constrói e evolui de si para si mesmo um "recuperar-se", no sentido de se auto libertar de amarras que queiram impor, a mente controladora, aquela que postula e que pensa ter um domínio na esfera da neurociência ou da neurolinguística, vai dar com a testa no muro, diante das invectivas de que, no fundo, ignora nada saber sobre a mente e seus meandros, pois mesmo que surja afetivamente um laço afetivo que já tenha sido pretérito, o restante são escolhos que o mar traz à superfície como resultado do naufrágio de tais intenções nefastas, mesmo que inconscientes na estrada do ser...
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