Sempre a questão do poder, do empoderamento feminino, como se tudo não passasse de algo a se objetificar, coloca-se na mão de uma ninfeta uma premiação possível, e elas gostarão de fazer o grande papel de Judas, entregar os homens conforme orientações de mentores ou mentoras, para que possam vencer os obstáculos que as impedem de fornecer seus próprios rabos... Esse rabo preso, esse grilhão firmado em algo ou alguém, essa firmeza de determinação, perfaz com que percam a simples feminilidade e se tornem agressivas, se tornem machos, ou algo que o valha, no lado grotesco que é o ódio que passam a ter dos homens, independentemente se são bons ou ruins: lados da mesma moeda. Esse treinamento começa desde a infância que, sob os signos de que quem com o ferro fere com o ferro será ferido, começam a desenvolver suas próprias escolas, entrar em agências de inteligência de garagem, aprender com o que podem, desenvolver seus próprios códigos e tornarem-se vingativas perante a humanidade masculina que passam a evitar com a amorosidade hipócrita, fazendo-os de objeto, como os antigos porcos chauvinistas igualmente faziam com as mulheres, tornando o movimento feminista palco de guerras e da não compreensão do que seja a construção de uma relação, posto por vezes o homem coloca um s a mais no lugar de outro, e um número de uma chamada de whatsapp que sugira uma pista, mas sem intenção que dele não parta, mas que o operativo da farsa passe a valer para que a mulher, esta que tenha a pretensão de ao menos se tornar uma das reais um dia, passe a acreditar que deva envolvê-lo em suas ciladas, ficando até embevecida quando vê que um - que mal conhece - acredita passar a conhecê-lo, mas que na realidade ele já conhecera outras até piores antes que as ninfas de um lago de excrementos nascessem... Não que essa imagem seja tão forte, mas é quiçá o que elas se tornarão mais tarde, excrementos boiando em uma água mansa, apesar de existirem aquelas sagradas que são como lótus, não se poluindo com o entorno... Como o mesmo cheiro do uso e da podridão, mesmo com perfumes que a burguesia tanto se cobre deles, mesmo que saibamos que as minas de sampa são linda às pampa, mas não sabem mais quem sequer são, pois já não tecem mais a qualidade humana sobre o papel que teriam em relação a um par, e se tornam macacos de si mesmas. Mesmo que não disséssemos o oposto, o feminismo no Brasil não tem nada a ver com Beauvoir, posto se dá nas plataformas digitais, e o que os dedos inquietos da participação da juventude adquiriu como ferramental – totalmente equivocado – em todo esse processo.
O frisson de cheirar para
prosseguir em trabalho, produzindo em sua solidão, a gana de depois fumar um baseado
para baixar a bola, sempre assumindo que está limpa do álcool, mas utilizando
de todas as outras drogas pois é impossível ficar sem, isso se dá com alguns
elementares aspectos da sociedade, posto quando uma mulher quer brincar com um
homem que alguns julgam infantil, ela já caiu em si sem saber, já perdeu qualquer
oportunidade de ser amiga desse homem como já teceu sua escada rumo ao inferninho
de sua existência. O homem deve evitar mulheres mesmo jovens construídas através
da máquina, e que não tem mais a capacidade de se livrar da luxúria, que tudo
devora e da ilusão, ou Maya, que a todos engana e encobre, principalmente na
era de Kali, em que nos encontramos.
Por incrível que pareça, sabemos
quando uma jovem ou uma mulher quiçá experiente não tem boa intenção quando
abre um espaço de conversação amplo com a vítima, posto quem sabe já estaria
agindo com uma estratégia de fato para conseguir seus intentos funestos, mas
quando se apercebe que nada adiantou, que o homem em questão é mais do que uma
testemunha vida de todo o operativo, incluso alicerçado por um tipo de
movimento fascista, qual não fosse, ao revés, pelo lado da travação do pó, e
depois de um descanso de uma missão que julgara cumprida, quando, já na
influência da marijuana, adora quando o homem de trancinhas aparece no grupo,
como que capitaneando a lama que se alastra na recuperação alcoólica, com a
prerrogativa que fumar a maconha é mais saudável, qual não fora a esquizo-afetividade
situação em que muitas vítimas acabam sendo atingidas em cheio com essa prática
dantesca.
E, mais não fosse esse quinhão de
que muitos homens são vitimados por essa sanha dantesca citada por mulheres
frias, calculistas e extremamente vingativas, sói repararmos que hoje em muitas
situações elas agem sobre homens com comorbidades mentais, vulneráveis, e que
no entanto muitas vezes, apesar de sua limitação e dificuldades, assumem papéis
de destaque e liderança em sociedade, um alvo sempre objetificado pela malícia
de – algumas – dessas libertinas, pois em seu triste caso não há qualquer senso
de obediência a um critério ético e moral de conduta. São muitas vezes jovens que
tentam seduzir homens veteranos, que já passaram por muita experiência no
sentido existencial, e que para alguns deles o sofrimento e a decepção de terem
depositado a confiança nesse tipo de “parceira às avessas” só demonstra a que
se propõem esses pequenos monstros que ocorreram tão fartamente na China de
Mao, mas não com a incidência tão grande do coito anal entre homens e mulheres
como hoje já ficou tão latente, no mundo contemporâneo, coito esse disseminado
amplamente nas revistas eróticas de Adolfo Bloch, da Bloch Editores, há algumas
décadas atrás em nosso país. O ridículo disso tudo é perceber que, enquanto
temos exemplo de mulheres que se vestem como messalinas romanas, há daquelas
que se fazem de bárbaras, mas todas tem em comum a pulsão anal como fase da
infância ainda a ser resolvida, pois a tara no culo delas é o que move o
adultério de membros que se escalam por arredores, e o não freio de todas essas pulsões citadas, incluso as de morte e a de eros ao avesso, não seriam tão factíveis se esse freio não fora o que agora querem: a tortura de mais um ser humano durante uma noite, e que essas agentes da maldade tomem para si a culpa de ao menos saberem que já se condenaram a algum lugar, na Terra, ou no Inferno, posto o fato é que alguns homens são vulneráveis, com toda a sua boa vontade, ao sabor dessas serpentes.
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