Não
seríamos melhores se não deixarmos correr coisas como a brutalidade impingida
às mulheres de nosso planeta, se não construíssemos um muro para fazer um
Apharteid na Palestina e, como se não bastasse, fomentássemos uma guerra
cruenta para eliminar aqueles que porventura cremos ser seres que, como insetos,
atrapalham nossa espiritualidade satânica sobre o planeta? Não seríamos piores
se fôssemos ao menos sensatos, e aquela “amorosidade” pregada por nós quiçá nos
fizesse lembrar de que não basta sermos íncubos ou súcubos, não basta beijarmos
a cola de um diabo ou de uma bruxa, para que a relação sexual fora algo melhor
do que simplesmente o coito peniano-vaginal? Essa estranha inversão dos valores,
pois sim, a Kaliyuga tão presente, e antes o que fora uma mulher se dará na
mesma metamorfose ambulante de um cantor tão medíocre quando o repetidor Raul
Seixas, de um compositor e escritor medíocre que na verdade ambos foram
adoradores do satã, que mais tarde tentaram negar, ipsis literis... Não, que
seja dada a largada, pois thanatos, ou o instinto de morte anda à solta por lá
e por cá, e não fora a tradição oriental e seus costumes preservados, algo não
estaria tão conforme na latitude que versa sobre a América do Norte, Central e
do Sul. Tudo isso estava escrito, não como Maktub, mas nos Shastras sagrados,
estava na literatura védica e, irmãos, antes que venha o esperado Messias, saibam
que muitos já-o-creem sê-lo, só que alguns já adictos ao pó, outros ao crack,
outros ex-alcoólicos, ou seja, nenhum deles afeito a que seja propriamente o
pensamento cristão algo de monta realmente, pois quem sabe na visão de certos
evangélicos Netanyahu seja uma espécie de Jonas, aquele que, como Davi,
libertaria o mundo da tirania e do horror. Cartas marcadas não fazem um bom
blefe, meus caros amigos, e antes o que era dantesco revira o poeta do
túmulo...
Como se
não contássemos com o artifício mais sublime para esse instinto de morte, de
desavenças e de infortúnios no mundo como um todo, com suas formas quase
subliminares de fascismo, com a falta de um mínimo de sensatez com o trato
humano e suas formas de insubordinação a um Poder Maior que dite as
necessidades prementes do ser humano perante aquilo que porventura poderia ser
o advento de Eros, ou o instinto de vida, que muitos teimam em subtrair no ir e
vir da expressão livre, onde o exemplo da brutalidade perante muitos desses fascistas
se vê tão claramente, quando eles sobem classicamente as escadas que os levarão
ao inferno.
Com um
Estado onde essas coisas se processam rapidamente, você pode estar em um local
onde corruptores mentalizam operativos quase de guerra, no embate cru de que
estariam conjuminando coisas que apenas sói aparentarem repressão, mas que se
revelam na forma cruenta do capacitismo, ou da observação behaviourista, na
clara acepção de que a medicina estadunidense “dos nervos” só serviu mesmo mais
àqueles incapacitados mentalmente que retornaram do Vietname fracassados, com a
intervenção medicamentosa, e hoje felizmente deixa um tipo de sursis àqueles
que vivem em campos, submetidos ao mesmo fascismo que, antes, os EUA condenavam
e que, agora, virou moda naquele país, vinculado aos interesses da extrema
direita internacional... À parte o cordão da memória em nossa pátria mãe tão distraída em eras de chumbo, essa plebe rude que adora fantoches, quem sabe não seria mais afeita àqueles agentes federais subversivos, como um da PRF que bloqueou estradas para tentar parar o país, no que foi dado pelo STF o quinhão merecido de sua culpa, mas seria em um Estado do Sul que viria ser Secretário... Mas nada disso aconteceu, e o que antes fora a farsa de Curitiba, no prócer Moro, como um grande mafioso fascista, que prendeu o nosso presidente sem provas, tudo se encaixa na versão mais madura de nossa democracia, e antes o que não se escrevera integralmente, a imprensa terá que concordar com outras e mais outras na eterna luta de informação veraz contra a desinformação e a manipulação da manada.
Fosse de outra forma, não seríamos suficientes para conter essa sanha dos citados íncubos e súcubos, ou dos funcionários da máfia das riquezas e do Poder regionalista dos fracassados morais, quando tentam de qualquer modo dividir o país, como se de Sampa para baixo fosse outra realidade, obviamente com os asseclas de Minas Gerais, como um todo, na livre acepção de que de subversão a mesa está farta, mas que nada como a Região Nordeste, e grande parte do povo que ainda acredita na nação brasileira, que toma brios a favor da democracia, antes que o demônio de topete amarelo crie suas asas de metal e venha a querer dar voltas sobre a nossa Amazônia. Pois, se quiserem do nosso Nióbio, terão que vir de cuecas na mão, e fazer a sua mea culpa e acertar os ponteiros com o nosso governo e nossas instituições democráticas, quiçá tome tento e vá tomar café com algum amiguinho que estaria preso por questões das mais óbvias, e pertencentes a toda a soberania que dita a uma grande nação, que se chama Brasil.
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