Os selvagens pensam-se os bárbaros de outrora
Quando muito, respiram o hálito das manhãs de Cubatão
Ou mesmo constroem as pedras pontiagudas sob os viadutos de Sampa
Para que os mendigos não tenham sequer como descansar nessa cidade de sanha
capitalista...
Esses selvagens que perfilam as suas hostes, partidários da outra sanha, a da
guerra de Israel
Mesmo que saibamos que nem todo o hebraico seja de extrema direita.
Não é mais questão de estabelecer a guerra religiosa, posto que isso é apenas o
início do fim
Se continuarmos a ver o mundo oriental como inimigo, se virmos o equilíbrio do
tao chinês
Ou da intensa espiritualidade religiosa do Vaticano e da Índia como coisas que
não tenham aceitação do poder do Javé outro, quiçá das tribos de Judá
E quando pensarmos que Iscariotes não houvera pecado quando vendeu o Messias
por um punhado de moedas...
Não seremos melhores se pensarmos que Marx não fora um grande homem
E que Mao não tenha feito por sua grande nação o seu melhor, como outro
gigante.
Gostaremos mais da vida se pensarmos que a vida é mais do reparte, se a vida
fora o trabalho ecumênico da Igreja de Pedro
E que, por fim, nosso país seria, como no livro kardecista: “Brasil, O Coração do Mundo, Pátria do Evangelho...”
segunda-feira, 23 de junho de 2025
SEM TIRAR NEM POR
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