Tratamos
por vezes de sentir plenamente onde estamos, mas sentir de modo impactante,
pois há situações onde homens e mulheres esboçam sentimentos de hostilidade
para com todos e até para si mesm@s, pois sequer sabemos, no mais, o porquê de
certas reações que demandam que estivéssemos no mínimo mais informados que isso
pode vir de situações de natureza política, de questões familiares, ou mesmo da
não aceitação do que se tenha visto na TV, na rede social, em uma fake, ou
tantos outros veículos que assoberbam o espírito vulnerável de tantas pessoas.
Pois sim, há ainda a leviandade da juventude, com o uso indiscriminado de
álcool e drogas, ou mesmo nas ligações afetivas em segredo, onde os pais sequer
sabem o que ocorre com seus filhos, ou mesmo a leviandade de homens, em sua
maior parte, de praticarem ligações sexuais e afetivas com mulheres muito mais
jovens, no que vem a dar um descompasso verdadeiramente natural entre esse tipo
de casal, que muitas vezes configura a relação do homem com uma “amante”,
desestabilizando as relações com sua esposa e filhos: a estrutura familiar como
um todo.
Por
pressupostos em que crises acontecem em qualquer lugar do mundo, a saber, que
muitos necessitam de ajuda na base de terapias, que estão em situação
vulnerável, cabe a nós, seres humanos, termos a consciência de que a medicina,
sendo ciência necessária, faz parte por vezes de duros campos de atuação, não
apenas com relação a idosos que por vezes sofrem deveras sem ter sequer a
esperança de melhores dias, como pacientes psiquiátricos que passam a confiar
muitas vezes em pessoas que nada entendem de medicina, pois contestam como se
fossem inteligentes o suficientes para dobrar certos cabos da tormenta.
Haveremos de dar um exemplo de um médico altruísta e corajoso o suficiente para
em época de pré-segunda guerra mundial, na Alemanha de Hitler, assumir que era
judeu, escrevendo seus estudos até a morte, na coragem citada de saber-se um
cidadão que assumiu sua condição, apesar de ser ateu: esse médico foi o grande Sigmund Freud, e seu legado e esforços na dedicação a tratar as enfermidades mentais se tornou um marco no século passado, com traços de genialidade ímpar. Se formos colocar uma
lente de aumento sobre os campos de concentração, a brutalidade foi tamanha, que certamente os índices de neuroses e psicoses nessa época tenham sido alarmantes. Não obstante vemos, na contraparte, que hoje Israel usa da mesma medida, na forma de
Apartheid, contra o povo palestino... Será que aprenderam com a vendeta italiana,
como se hostilizar um povo, como criticar a Igreja Católica, e tudo o mais,
quiçá o sofrimento que o nazismo impôs aos judeus na Europa seja um motivo
concreto, mas por um exemplo cabal, morreram ainda mais eslavos durante esse tempo execrável, e parece que estariam mais conformes que tudo já teria passado. Posto que, na realidade, quando você “rumina” um rancor que não passa,
acaba entrando na questão de que ser um "anticristo" seria até uma boa ideia,
pois relaciona-se coisas que não tem nada a ver com questões maiores, já que
acreditar em Jesus Cristo é acreditar no perdão, e é por isso que o Novo
Testamento coloca princípios espirituais plenos com relação à mesma diáspora de muitos
povos que são enumerados pelo Velho Testamento, e suas populações em guerra, com
seu Deus tirano e cruel, vingativo e rancoroso. Posto que, na mesma Bíblia,
católica ou não, Emanuel é o messias que havemos por ter conhecido pela
palavra, e pelo fato de ter sofrido por nós na cruz. Por isso Cristo afirma que
abençoados são os que sofrem, pois será deles o reino dos céus, e sempre será O Cristo, que tem preferência pelos que são desprovidos de fortunas, pois, por Suas palavras: é mais fácil um camelo passar pelo buraco da agulha do que um rico entrar no reino celeste...
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