Ao que se depositasse a brasa de um cigarro na grama
E esta mesma brasa passasse pela haste, e repousasse na terra
Qual selva dos insetos, qual Natureza que permite o clamor dos relâmpagos
No turvo do olhar de uma mulher, na temperatura de um refrigerante do inverno,
Mesmo que ao semblante em uma vidraça refletido, a vida incólume da presença da
vida
Não sentiria tanto quanto um dia em que restaríamos mais sólidos do que a rocha
no mar...
Na profusão do voo das gaivotas, até seu descanso noturno nos molhes de um
pontal
Ao istmos de um manguezal repleto de capivaras madrugada adentro
Não precisamos nos conformar com as relações de alfa, beta, ou gama
E se somos qualquer outro nível no planeta em que o simples denota sermos mais
ternos
Posto não ensaiar erros é a maior medida em que perfazemos citada ternura entre
iguais
Quando porventura busquemos ser igual ao distinto, posto igual sendo distinto
na diferença natural.
O vento que sopre a noite de um dia vitorioso, sem a mácula de substâncias que
nos nublem a fronte
Naquilo de retidão de caráter, e que a mulher aprenda com o homem, e que o
homem aprenda com ela
É justo que sejamos todos um coletivo grande, mesmo que nos reunamos em equipes
E que o tao se reequilibre em sua energia restauradora, e que aprendamos com os
erros dos outros
Pois o verdadeiro sábio tem por experiência sua própria vida, mas não se
ressente
De saber que é nos caminhos que encontra – por excelência – em pontes seguras
que segue em frente...
quarta-feira, 25 de junho de 2025
PENUMBRAS NA GRAMA
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